Profissão de Fé do Blog.

Profissão de Fé do Blog "Creio em um só Deus, Pai onipotente, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. E em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai, antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro. Gerado, mas não feito, consubstancial ao Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas. Ele, por causa de nós, homens, e nossa salvação, desceu dos céus. E se incarnou por obra do Espírito Santo, da Virgem Maria. E se fez homem. Foi também crucificado por nós; sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. E ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Subiu ao céu, está sentado à direita do Pai, de onde há de vir segunda vez, com glória, a julgar os vivos e os mortos; e seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, que é Senhor e Fonte da Vida e que procede do Pai e do Filho. Com o Pai e o Filho é juntamente adorado e glorificado, e é o que falou pelos Profetas. Também a Igreja, una, santa, católica e apostólica. Confesso um Batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do século futuro." Amém.

domingo, 30 de setembro de 2012

Pastores Batistas retomam os príncipios da reforma.

May 29, 2012

Pastores Batistas reagem...


No último dia 26 de Maio um grupo de pastores batistas, cansados de ver sua denominação ser atacada pelo erro, decidiram se unir para elaborar um manifesto público e formar a Ordem dos Pastores Batistas Clássicos do Brasil. A notícia vem em boa hora e esperamos em Deus que o grupo ganhe muitas adesões. Segue abaixo um trecho do manifesto:

"Nós protestamos.

Protestamos contra a dança e a coreografia no culto que prestamos a Deus e em nossas igrejas batistas. O culto que agrada a Deus não é estético, é espiritual; não é profano, é sacro; não é fundamentado na sociologia e na antropologia, mas na teologia.

Protestamos contra as igrejas batistas que transformaram suas plataformas de púlpito, obreiros e músicos em palcos para a realização de espetáculos! O culto não é show!

Protestamos contra aqueles que defendem os dons de sinais como contemporâneos às igrejas. Protestamos contra os atuais profetas de igreja, contra aqueles que dizem receber revelações extra-bíblicas, contra aqueles que dizem ter "ministrações" em português ou em línguas estranhas.

Protestamos contra a teologia da prosperidade, que invade a nossa teologia e os nossos cultos, escravizando o povo ao mero sucesso financeiro em detrimento da verdadeira riqueza celestial!

Protestamos contra as unções que inventaram para a atualidade! Nós não cremos - e desafiamos quem crê - a mostrar-nos nas Escrituras Sagradas as tais "unção de primogenitura", "unção de conquista", unção apostólica" ou quaisquer outras!

Protestamos contra a existência de apóstolos modernos, pois não houve nem sucessão nem restauração deste ministério. Eles, os bíblicos, foram suficientes e foram escolhidos por Cristo. Nós somos apenas auxiliares do Supremo Pastor, nada mais que isso. Não há mais apóstolos!

Protestamos contra sistemas de crescimento de igreja que tendem a transformá-las em fábrica de adeptos ou postos de venda de grandes indústrias religiosas. Protestamos contra esquemas mirabolantes de ampliação e de modificação de igrejas, à luz de supostos líderes evangélicos que mantém fé dúbia e pouco ortodoxa! Protestamos contra G12, M12, contra Igrejas Com Propósitos ou qualquer outro sistema que queira impor uma eclesiologia diferente a uma igreja batista!

Protestamos contra o pastorado feminino! Mulheres e homens são iguais perante Deus; mulheres e homens têm livre acesso ao Senhor. Mas mulheres têm funções diferentes das dos homens e nas páginas da bíblia não foi confiado às mulheres o ministério pastoral. Isto não as desmerece diante dos homens. Deus nos criou com ministérios diferentes e nós ainda cremos na Bíblia sem precisar mudá-la, ampliá-la ou adaptá-la! Não reconhecemos o ministério pastoral feminino batista!

Cremos na Bíblia como única Palavra de Deus, inerrante, verdadeira, fiel, isenta de manchas ou erros. Nós cremos na Bíblia e só na Bíblia. Não precisamos de novos intérpretes, novas versões ou traduções contemporâneas para compreender qual é a Palavra de Deus revelada. Protestamos contra as versões modernas e adulteradoras da Palavra e não aceitamos a chamada re-leitura das Escrituras!

Protestamos contra o culto antropocêntrico, que faz do homem e de suas necessidades a razão de ser das atividades eclesiásticas e religiosas. Protestamos também contra todo culto que não seja direcionado a Deus! Protestamos contra o culto que exalta o homem e que busca a glória humana!

Rejeitamos o ecumenismo e não admitimos uma fé misturada com paganismos, tradições, modismos e com opiniões meramente humanas. Protestamos contra igrejas batistas que perderam os seus distintivos, os seus princípios, as suas raízes e se tornaram meras agremiações liberais religiosas!

Protestamos contra as organizações eclesiásticas dominadoras, que querem transformar as igrejas em entidades dirigidas por uma convenção ou associação. Nós ainda cremos na autonomia das igrejas locais e na independência das igrejas! Cremos na cooperação dos batistas, mas não na intromissão das entidades na administração local. Protestamos contra a tendência atual de bispado e de sedes eclesiásticas para batistas!

Protestamos contra o modernismo religioso, contra o liberalismo teológico, contra o evolucionismo e neopentecostalismo que já encontramos em nossas literaturas batistas e em nossos seminários infiéis.

Sim. Somos protestantes."

Continuação: Clique aqui
 

Noticias que esclarecem...

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 30 de septiembre de 2012

Monseñor Lefebvre y el sedevacantismo

La Historia, como bien saben los que con ella trabajan se divide en dos partes: la heurística, que consiste en la recuperación, recopilación y procesamiento de datos, y la hermenéutica, que se encarga de la interpretación de los mismos.
Todo trabajo histórico es un trabajo de hermenéutica: se interpretan los hechos porque se ha seleccionado que hechos son o deben ser recordados. En el ámbito de la Tradición Católica, Monseñor Marcel Lefebvre ha sido uno de los que más tinta (y bites ahora que tantos discutimos por Internet) genera. En efecto, existe una doble hermenéutica de "Monseñor", como gustan llamarle los fieles y sacerdotes de la Fraternidad: están aquellos que sostienen que jamás el difunto obispo puso en duda la legitimidad de los Papas del Vaticano II, mientras que para otro era un disimulado sedevacantista.
Tal vez esto ocurre porque muchos lo que realmente expresan es lo que ellos quisieran que Monseñor hubiera sido. El Padre Cekada, en un artículo de varios años atrás, declaraba que estaba seguro de que Lefebvre era un antiliberal, que se oponía al Vaticano II y lo rechazaba al igual que la Nueva Misa... pero que también en él estaba la persona del político, del negociador y que en virtud de ello a veces retrocedía y siempre intentaba un diálogo con Roma. ¿De que otra manera podemos entender su jugada por el protocolo con el que Roma le autorizó a consagrar obispos? ¿Acaso Monseñor, cuando adelantó las consagraciones episcopales no esgrimió el Protocolo? ¿Cómo se puede llamar eso sino "jugada política"?
Pero desde que Ratzinger es el Papa de la Iglesia Conciliar, existe una fuerte presión a fin de que creamos que Monseñor Lefebvre siempre fue un enemigo de los sedevacantistas. Discusión fútil, es cierto, que nada suma y que al contrario, mucho perjudica. En efecto ¿Quién se beneficia del cisma de facto que existe entre los católicos fieles a la tradición? ¿Quiénes se benefician en esta disputa entre "lefebvristas" y "sedevacantistas"? 
En su "Vida de Aristóteles", Ammonio puso en boca del Estagirita la siguiente frase: "Amicus Plato sed, magis amica veritas", y aquí en Sursum Corda, sin ánimo de desatar polémica ni contribuir al cisma interno, queremos mencionar el texto publicado por el Padre Anthony Cekada dónde se compilan las frases donde Monseñor Marcel Lefebvre apoyaba la posición sedevacantista.

Para finalizar, quisiera reproducir una frase de Monseñor, la cual influyó mucho para mi conversión al catolicismo

Esta Iglesia Conciliar no es, por lo tanto, Católica. En la medida en que el Papa, los obispos, sacerdotes o fieles se adhieran a esta nueva Iglesia, se separan ellos mismo de la Iglesia Católica.



A mentira leva ao inferno.

San Agustín, Sobre la mentira

Por extraño que pueda parecernos, tal es la confrontación que existe entre comunidades de la Tradición Católica, que la mentira se volvió tolerable, cuando no, justificada. ¿Desde cuándo un sacerdote o un obispo puede, con toda tranquilidad mentir e injuriar? ¿Es acaso ese un principio católico?
Para recordar como son las cosas (y cómo deben ser) publicamos aquí el siguiente fragmento de la obra de San Agustín Contra la mentira, correspondiente al Capítulo III y IV. Éste texto puede ser leído en su versión completa haciendo click en el siguiente enlace.




CAPÍTULO III
Las mentiras católicas más perniciosas que las priscilianistas


4. Hay muchas clases de mentiras, pero todas debemos aborrecerlas sin distinción. Pues no hay ninguna mentira que no sea contraria a la verdad. Porque como la luz y las tinieblas, la piedad y la impiedad, la bondad y la iniquidad, el pecado y la obra buena, la salud y la enfermedad, la vida y la muerte, así son totalmente opuestas, entre sí, la verdad y la mentira. Por tanto, cuanto más amemos la verdad, tanto más debemos odiar la mentira. Con todo, hay ciertas mentiras que, aunque se digan con intención de engañar, en nada dañan al que las cree, aunque sean dañinas para el que las dice. Así, si el hermano y siervo de Dios, Frontón, te hubiera engañado en las cosas que te contó (lejos de mí el pensarlo) se hubiera, ciertamente, hecho daño a sí mismo pero no a ti, aunque tu hubieras creído, sin ninguna maldad, al testigo. Porque, hayan ocurrido las cosas como las ha contado o no, si uno cree que han sucedido así, aunque no hubieran ocurrido así, no hay nada en eso que se deba censurar como contrario a la regla de la verdad ni a la doctrina de la salvación eterna. Pero si alguien miente, en lo que atañe a la doctrina de Cristo, de modo que quien lo crea venga a convertirse en hereje, tanto más daño se hace a sí mismo el que miente cuanto más miserable hace a aquel que le cree. Mira, pues, cuál es nuestra responsabilidad cuando mentimos, contra la doctrina de Cristo, pues matamos el alma del que nos cree. Y, bajo el pretexto de atraer a los enemigos de esta doctrina, nos alejamos nosotros de ella; es más, al conquistar a los mentirosos, mintiendo, les enseñamos unas mentiras más graves. Pues una cosa es lo que dicen cuando mienten y otra cuando están equivocados. Porque, cuando enseñan su herejía, dicen cosas en las que están equivocados, pero cuando dicen sentir lo que no sienten o no sentir lo que sienten, dicen verdaderas mentiras. Si alguien se las cree, aunque no descubra su embuste, no perece por eso. Nadie se aparta de la norma católica por creer católico a un hereje que profesa dolosamente los dogmas católicos, pues lo cree católico, y, por eso, no le hace daño, porque no se equivoca respecto a su fe en Dios, que debe conservar íntegra, sino en la apreciación de la intención del prójimo, que no puede juzgar porque le está oculta. Ahora bien, cuando enseñan su herejía, el que les cree y la juzga verdadera, se hará partícipe de su error y de su condenación. Así sucede que cuando ellos explican dolosamente sus dogmas, en los cuales se engañan, con un mortífero error, entonces el que crea perecerá; pero nosotros, cuando predicamos los dogmas católicos en los que tenemos la fe verdadera, entonces el que crea se encontrará aunque estuviera perdido. Por otra parte, si los priscilianistas, para ocultar su veneno, se fingen católicos y algún católico los cree, éste seguirá siendo verdadero católico aunque ellos solo lo sean en apariencia. Por el contrario, si nos fingimos priscilianistas, para desenmascararlos, y aplaudimos sus dogmas, como si fueran los nuestros, y alguien creyera estas cosas, se quedará con nosotros o se fugará con ellos. En cuanto a lo que sucederá después, si serán liberados al decirles la verdad, los que ya hemos engañado, y si querrán escuchar al que ahora les enseña, pero que ya le han tachado de mentiroso, ¿quién lo sabrá con certeza?, ¿quién habrá que ignore que esto es incierto? De lo que se deduce que es más pernicioso, o, por decirlo más suavemente, más peligroso que los católicos mientan para captar a los herejes que el que mientan los herejes para ocultarse a los católicos. Porque el que cree a los católicos, que fingen lo que no son, o se hace hereje o se confirma en su herejía; en cambio, el que cree a los herejes, que mienten para ocultarse, no deja de ser católico. Para que esto se vea más claro, vamos a poner algunos ejemplos sacados de los mismos escritos que tú me has enviado para que yo los leyese.
5. Vamos a poner ante nuestros ojos a un hábil espía que se acerca a un hombre que sospecha que es un priscilianista y comienza a alabar, dolosamente, al obispo Dictinio, sea que le haya conocido en vida o que solo haya oído hablar de él. Esto aún es más tolerable porque se piensa que aquél fue católico, pues se corrigió de su error. Después evoca con veneración a Prisciliano, hombre impío y execrable, condenado, al fin, por sus nefandos crímenes y pecados. He aquí el primer paso en el arte de mentir. Con esa venerable evocación, con que se pretende tender las redes, si el que escucha no era un priscilianista convencido, se convencerá por esta predicación. La plática del espía sigue adelante y comienza a compadecerse de aquellos que el ángel de las tinieblas envolvió en tamaños errores que les ha hecho olvidar la dignidad de su alma y la claridad de su linaje divino. Luego la emprende con el libro de Dictinio, titulado Libra -porque contiene doce cuestiones, como la libra tiene doce onzas-, y lo ensalza con tales alabanzas, que la dicha Libra, que contiene horrendas blasfemias, viene a parecer más preciosa que muchos miles de libras de oro. En fin, esta astucia del embaucador termina por matar el alma del creyente, o, si ya la tenía muerta, sumergirla y enterrarla en el pozo más profundo de la muerte. Pero, dirás, luego será liberada. Pero ¿y qué ocurriría si no lo logramos, ya porque por algún impedimento no pueda realizarse el plan comenzado o por la obstinación de la mente del hereje, en no seguir adelante, aunque hubiese comenzado a confesar alguna cosa? Principalmente, porque, si descubre que ha sido tentado por un extraño, por eso mismo, intentará, con toda su astucia, ocultar lo que siente, por medio de la mentira, sobre todo cuando ha sabido con certeza que eso se puede hacer, sin culpa alguna, visto el ejemplo de su tentador. Y entonces, a este hombre, que piensa que se puede guardar la verdad por medio de la mentira, ¿cómo vamos a tener la cara de culparle y condenarle por lo que le hemos enseñado?
6. Quedaría, pues, muy claro que no dudamos en condenar, con toda la sinceridad de nuestra piedad, los perversos errores de la herejía priscilianista acerca de Dios, del alma, del cuerpo y de otros temas, pero en lo que se refiere a que se puede mentir para ocultar a verdad sería un dogma común, para nosotros y para ellos, lo que Dios no permita. Y este es un mal tan grande que, aun si nuestro empeño, de captarlos por medio de la mentira y cambiarlos, prosperase de modo que los captásemos y cambiásemos, ninguna ganancia puede compensar este daño, por el que nosotros mismos nos corrompemos al buscar su corrección. Al utilizar este embuste, nos pervertimos, en parte, a nosotros mismos, y a ellos los corregimos a medias, puesto que eso que piensan, que se puede mentir en pro de la verdad, no lo corregimos en ellos, ya que eso mismo nosotros lo sabemos, lo enseñamos y lo mandamos poner en práctica para lograr su corrección. Y, sin embargo, no les enmendamos, al no arrancarles esa patraña por la que pretenden que se puede camuflar la verdad; antes bien, nos engañamos a nosotros mismos al buscarles por medio de esa patraña. Además, nunca podremos saber la sinceridad de la conversión de aquellos a los que hemos mentido cuando estaban pervertidos, pues ¿acaso no van a hacer, una vez captados, lo que les han hecho para captarlos, no solo porque estaban acostumbrados a hacer eso, sino porque lo encontraron entre nosotros cuando llegaron?


CAPÍTULO IV
La mentira destruye la fe


7. Y, lo que es más lamentable, incluso esos mismos que ya casi se han hecho de los nuestros, no podrán encontrar modo de que nos puedan creer. Pues, si llegan a sospechar que nosotros hablamos con fingimiento, incluso de los dogmas católicos, para ocultarles no se qué otra cosa que juzgamos verdadera, entonces, ciertamente, el que sospecha esas cosas, al que se le diga: yo hice esto para captarte a ti, entonces, ¿qué le responderás al que te diga: cómo puedo saber que ahora no haces esto para no ser descubierto por mí? ¿O es que se puede creer que un hombre que mienta para ganar a otro y no mienta para impedir sea captado? Ya ves hasta dónde puede llegar este mal, pues no solo nos hace sospechosos a nosotros ante ellos y a ellos para nosotros, sino que, con razón, cada hermano se convierte en sospechoso para cada hermano. Y, así, mientras pretendemos enseñar la fe por medio de la mentira, conseguimos, justamente, que nadie tenga fe en nadie. Y si, además, mentir es hablar contra Dios, difícilmente podremos encontrar un mal tan grave como la mentira, pues se trata de un mal tan impío que debemos evitarlo por encima de todo.

Cuidado:sua alma pode estar em perigo II

Os pecados contra o Espírito Santo


domingo, 30 de setembro de 2012



Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro. (Mt. 12,32) 
Quanto pior castigo julgais que merece quem calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança, em que foi santificado, e ultrajar o Espírito Santo, autor da graça! (Hb. 10,29)

O pontificado do Papa São Pio X de 1903 a 1914 - em seu Catecismo Maior, ensinou que são seis os pecados contra o Espírito Santo:

O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça de Deus; é a recusa da salvação. Implica numa rejeição completa à ação, ao convite e à advertência do Espírito Santo.

1º - Desesperar da salvação: quando a pessoa perde as esperanças na salvação, achando que sua vida já está perdida e que ela se encontra condenada antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.

2º - Presunção de salvação, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma idéia de perfeição que implica num sentimento de orgulho. Ela se considera salva, pelo que já fez. Somente Deus sabe se aquilo que fizemos merece o prêmio da salvação ou não. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo.

O simples fato de já se considerar eleito é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos em nossas ações, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos.

Os calvinistas, por exemplo, afirmam a eleição definitiva do fiel, por decreto eterno e imutável de Deus.

A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, exceto se houver uma revelação privada, aceita pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não podem se considerar salvos antes do Juízo.

3º - Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges.

Considera o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.

4º - Inveja da graça que Deus dá aos outros. A inveja é um sentimento que consiste em irritar-se porque o outro conseguiu algo de bom. Mesmo que você possua aquilo ou possa ganhar um dia. É o ato de não querer o bem do semelhante. Se eu invejo a graça que Deus dá a alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o juiz do mundo. Estou me voltando contra a vontade divina imposta no governo do mundo. Estou me voltando contra a Lei do Amor ao próximo. Não devemos invejar um bem conquistado por alguém. Se este bem é fruto de trabalho honrado e perseverante, é vontade de Deus que a pessoa desfrute daquela graça.

5º - A obstinação no pecado é a vontade firme de permanecer no erro mesmo após a ação de convencimento do Espírito Santo. É não aceitar a ética cristã. Você cria o seu critério de julgamento ético. Ou simplesmente não adota ética nenhuma e assim se aparta da vontade de Deus e rejeita a Salvação.

6º - A Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus: o indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao Adversário de Cristo. Nem mesmo na hora da morte tenta se aproximar do Pai, manifestando humildade e compaixão. Não se abre ao convite do Espírito Santo definitivamente.

Fonte: Catecismo Maior de São Pio X.

Cuidado:sua alma pode estar em perigo II

Os pecados contra o Espírito Santo


domingo, 30 de setembro de 2012



Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro. (Mt. 12,32) 
Quanto pior castigo julgais que merece quem calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança, em que foi santificado, e ultrajar o Espírito Santo, autor da graça! (Hb. 10,29)

O pontificado do Papa São Pio X de 1903 a 1914 - em seu Catecismo Maior, ensinou que são seis os pecados contra o Espírito Santo:

O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça de Deus; é a recusa da salvação. Implica numa rejeição completa à ação, ao convite e à advertência do Espírito Santo.

1º - Desesperar da salvação: quando a pessoa perde as esperanças na salvação, achando que sua vida já está perdida e que ela se encontra condenada antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.

2º - Presunção de salvação, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma idéia de perfeição que implica num sentimento de orgulho. Ela se considera salva, pelo que já fez. Somente Deus sabe se aquilo que fizemos merece o prêmio da salvação ou não. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo.

O simples fato de já se considerar eleito é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos em nossas ações, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos.

Os calvinistas, por exemplo, afirmam a eleição definitiva do fiel, por decreto eterno e imutável de Deus.

A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, exceto se houver uma revelação privada, aceita pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não podem se considerar salvos antes do Juízo.

3º - Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges.

Considera o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.

4º - Inveja da graça que Deus dá aos outros. A inveja é um sentimento que consiste em irritar-se porque o outro conseguiu algo de bom. Mesmo que você possua aquilo ou possa ganhar um dia. É o ato de não querer o bem do semelhante. Se eu invejo a graça que Deus dá a alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o juiz do mundo. Estou me voltando contra a vontade divina imposta no governo do mundo. Estou me voltando contra a Lei do Amor ao próximo. Não devemos invejar um bem conquistado por alguém. Se este bem é fruto de trabalho honrado e perseverante, é vontade de Deus que a pessoa desfrute daquela graça.

5º - A obstinação no pecado é a vontade firme de permanecer no erro mesmo após a ação de convencimento do Espírito Santo. É não aceitar a ética cristã. Você cria o seu critério de julgamento ético. Ou simplesmente não adota ética nenhuma e assim se aparta da vontade de Deus e rejeita a Salvação.

6º - A Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus: o indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao Adversário de Cristo. Nem mesmo na hora da morte tenta se aproximar do Pai, manifestando humildade e compaixão. Não se abre ao convite do Espírito Santo definitivamente.

Fonte: Catecismo Maior de São Pio X.

Fora da verdadeira igreja católica romana de Cristo não existe salvação.

domingo, 30 de septiembre de 2012


¿Es tu Iglesia "católica" la Verdadera Iglesia Católica que fundó Jesucristo?

Antipapa Juan Pablo II besando el Corán


¿Es tu Iglesia "católica" 
la Verdadera Iglesia Católica 
que fundó Jesucristo?

Nuestra Iglesia tiene 2000 años, fundada por Jesucristo en el Papado perenne de Pedro, el Primer Papa. Garantizando en él y en sus sucesores la indefectibilidad, inmutabilidad e infalibilidad de la verdadera Doctrina Cristiana. Es decir que ningún Papa puede desdecirse ni desdecir lo que ya otra antecesor ha pronunciado solemnemente, una vez y para siempre, desde la Cátedra de Pedro.

¿Tu Iglesia ha sido fundada en el año 1965 con la promulgación solemne del pérfido y falso "Concilio Vaticano II"? Entonces tu Iglesia no es la verdadera Iglesia que fundó Cristo; ni tu fe es la Fe que podrá salvarte.

Nosotros creemos que Fuera de la Iglesia Católica No hay Salvación, juntamente con todos los Papas: Ver las Pruebas Aquí.

¿Tú crees, en cambio, con el Vaticano II, Lumen Gentium # 16 que: “la divina Providencia tampoco niega los auxilios necesarios para la salvación a quienes sin culpa no han llegado todavía a un conocimiento expreso de Dios y se esfuerzan en llevar una vida recta, no sin la gracia de Dios"? Pues esa no es la verdadera Iglesia de Cristo, que en su Nuevo Testamento declara, en Romanos 1 ,19-21: “Puesto que lo que se puede conocer de Dios, les es manifiesto a ellos. Porque Dios se lo manifestó. Porque las cosas de él invisibles, se ven después de la creación del mundo, considerándolas por las obras criadas; aun su virtud eterna, y su divinidad: DE MODO QUE SON INEXCUSABLES".

Nosotros creemos con todos los Papas que quien no se somete al Sumo Pontífice y a la Sede Apostólica, queda excluido de la Iglesia Católica (1)

¿Tú crees, en cambio, con el Vaticano II, Lumen Gentium # 15, que: “La Iglesia se reconoce unida por muchas razones con quienes, estando bautizados, se honran con el nombre de cristianos, pero no profesan la fe en su totalidad o no guardan la unidad de comunión bajo el sucesor de Pedro.”? Pues tu religión no es la religión que fundó Cristo hace 2000 años, ¡y te irás al infierno si no te conviertes!

Nosotros creemos que la Iglesia REPRUEBA a los que sienten de un modo diverso a lo que la Iglesia Católica ha enseñado SIEMPRE (2)

¿Tú crees, en cambio, con el Vaticano II, Nostra Aetate (#4), que: “no se ha de señalar a los judíos como reprobados de Dios ni malditos"? Pues tu Iglesia es falsa y todos los que a sus herejías adhieren se condenarán, como se condenarán los antipapas heréticos del Vaticano II, los judíos y cismáticos:


Papa Eugenio IV, Concilio de Florencia, “Cantate Domino”, 1441, ex cathedra: 

“La Santa Iglesia romana firmemente cree, profesa y predica que nadie que no esté dentro de la Iglesia católica, no sólo los paganos, sino también judíos o herejes y cismáticos, puede hacerse partícipe de la vida eterna, sino que irá al fuego eterno que está aparejado para el diablo y sus ángeles (Mat. 25, 41), a no ser que antes de su muerte se uniere con ella; y que es de tanto precio la unidad en el cuerpo de la Iglesia (ecclesiastici corporis) que sólo a quienes en él permanecen les aprovechan para su salvación los sacramentos y producen premiso eternos los ayunos, limosnas y demás oficios de piedad y ejercicios de la milicia cristiana. Y que nadie, por más limosnas que hiciere, aun cuando derramare su sangre por el nombre de Cristo, puede salvarse, si no permaneciere en el seno y unidad de la Iglesia católica”

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(1) El Papa Pío IX, Amantissimus (# 3), 8 de abril de 1862: “Hay otras pruebas, casi incontables, extraídas de los testigos más confiables que clara y abiertamente testifican con gran fe, exactitud, respeto y obediencia que todos los que quieren pertenecer a la verdadera y única Iglesia de Cristo deben honrar y obedecer a esta Sede Apostólica y al Romano Pontífice.”/ El Papa Pío VI, Charitas (# 32), 13 de abril de 1791: “Por último, una palabra permanece junto a Nos. Porque nadie puede estar en la Iglesia de Cristo sin estar unido con su cabeza visible y fundada en la Sede de Pedro.”/ El Papa León XIII, Satis Cognitum (# 9), 29 de junio de 1896: “Tal ha sido constantemente la costumbre de la Iglesia, apoyada por el juicio unánime de los Santos Padres, QUE SIEMPRE HAN MIRADO COMO EXCLUIDO DE LA COMUNIÓN CATÓLICA Y FUERA DE LA IGLESIA A CUALQUIERA QUE SE SEPARE EN LO MÁS MÍNIMO DE LA DOCTRINA ENSEÑADA POR EL MAGISTERIO AUTÉNTICO.”

Recordemos que los Antipapas del Vaticano II han sido los primeros promotores de estas herejías, y que ellos no son Papas verdaderos (por más que usen ese nombre y casi todo el mundo los reconozca como tal) porque un Papa no puede ser hereje, ni contradecir la doctrina ya definida de Cristo a través de otro Papa.

(2): Papa Eugenio IV, Concilio de Florencia, Bula Cantate Domino, 1442, ex cathedra: “La sacrosanta Iglesia Romana, fundada por la palabra del Señor y Salvador nuestro, firmemente cree, profesa y predica a un solo verdadero Dios, omnipotente, inmutable y eterno, Padre, Hijo y Espíritu Santo (…) A cuantos, por consiguiente, sienten de modo diverso y contrario, [la sacrosanta Iglesia Romana] los condena, REPRUEBA y anatematiza, y proclama que son ajenos al cuerpo de Cristo, que es la Iglesia” 

sábado, 29 de setembro de 2012

O oitavo sacramento,mais uma invenção.

sábado, 29 de setembro de 2012

Oitavo Sacramento!



Amigos, salve Maria. 


Agora o falso padre Fábio de Melo deu para, além de suas notáveis heresias, também criar o oitavo sacramento, chamado de "renovação das promessas do batismo". Este em questão (da foto) aconteceu no próprio Rio Jordão e contou com a participação de dezenas de bons católicos brasileiros, todos eles enganados por este tipo de gente que é tudo, menos católico. 

Notem que o simulacro conta com as mesmas características do batismo à maneira protestante, entra-se na água e tudo mais...







"Renovação das Promessas do Batismo", simulacro do batismo
feito pelo falso padre Fábio de Melo em católicos brasileiros que
visitavam a Terra Santa.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O que se passa?


miércoles, 26 de septiembre de 2012


DECLARACIÓN REVERSIBLE


Mons. Richard Williamson 

COMENTARIOS ELEISON-271 
(22-IX-2012) 

No todo sobre el Capítulo General de la Fraternidad San Pío X de Julio en Suiza puede haber sido desastroso, pero de sus dos frutos oficiales, las “Seis Condiciones” fueron “de una debilidad alarmante” (cf.EC 268, 1 de Sept.), y su “Declaración” final deja mucho que desear. He aquí un resumen brevísimo de sus diez párrafos:-- 

1 Agradecemos a Dios por los 42 años de la existencia de nuestra Fraternidad. 2 Hemos redescubierto nuestra unidad después de la reciente crisis (¿realmente?), 3 para profesar nuestra fe 4 en la Iglesia, en el Papa, en Cristo Rey. 5 Nos adherimos al Magisterio constante de la Iglesia, 6 y también a su Tradición constante. 7 Nos unimos a todos los católicos que sufren ahora persecución. 8 Rezamos para que nos ayuden la Santísima Virgen María, 9 San Miguel 10 y San Pío X. 

Esta es una Declaración a la cual no le falta la piedad, la cual dice San Pablo, es útil para todo propósito (I Tim.IV,8). Sin embargo, a sus dos discípulos, Timoteo y Tito, les insiste constantemente sobre la necesidad de la doctrina que es sin embargo el fundamento de la verdadera piedad. Desgraciadamente, la Declaración es bastante menos fuerte en cuanto a la doctrina. En lugar de anatematizar los errores doctrinales del Concilio que arruinan la Iglesia desde hace 50 años, la Declaración tiene en sus párrafos mas doctrinales, 5 y 6, sólo una débil condenación de estos errores, al mismo tiempo que rinde un tributo a los constantes Magisterio (5) y Tradición (6) de la Iglesia, tributo correcto, pero que constituye un argumento demasiado fácil de revertir por cualquier Conciliarista. Veamos como:-- 

El párrafo 5 califica las novedades del Concilio Vaticano II como estando “manchadas con errores”, mientras que el Magisterio constante de la Iglesia es “ininterrumpido”: “Por su acto de enseñar el Magisterio transmite el depósito revelado en armonía perfecta con todo lo que la Iglesia entera ha siempre creido, en todos lugares”. Lo que por supuesto implica que Roma tendría que llevar al Vaticano II a la lavandería para quitarle las manchas. Pero veamos lo que un Romano puede replicar: “¡La expresión por parte del Capítulo de la continuidad del Magisterio es completamente admirable! ¡Pero nosotros Romanos somos este Magisterio, y nosotros declaramos que el Vaticano II está en continuidad con el pasado, y no está manchado!” 

Lo mismo con el párrafo 6. La Declaración establece, “La Tradición constante de la Iglesia transmite y transmitirá hasta el fin de los tiempos el conjunto de las enseñanzas necesarias para guardar la Fe y salvar el alma de uno”, y se sugiere que las autoridades de la Iglesia tienen que volver a la Tradición. El Romano puede en seguida contestar: “¡La descripción por parte del Capítulo de cómo la Tradición mantiene la Fe es del todo admirable! Pero nosotros Romanos somos los guardianes de esta Tradición, y nosotros decimos que, en virtud de la hermenéutica de la continuidad, Vaticano II no interrumpe la Tradición sino que la continúa. De tal manera que el Capítulo se equivoca totalmente al sugerir que necesitamos volver a ella”. 

Esta Declaración reversible contrasta con la fuerza del ataque irreversible de Mons. Lefebvre contra los errores del Vaticano II en su famosa Declaración de Noviembre de 1974. Declara que la Roma Conciliar no es la Roma Católica porque la reforma Conciliar es “naturalista, Teilhardiana, liberal y Protestante ¡envenenada hasta la médula! viniendo de la herejía y llevando a la herejía”, etc., etc. Su conclusión es un rechazo categórico en tener lo mas mínimo que ver con la nueva Roma, porque ella no es en absoluto la verdadera Roma. 

¡Baje del Internet las dos Declaraciones y vea cual de las dos es, sin peligro de equivocarse, la trompeta que llama a la batalla necesaria (I Cor.XIV,8)! Uno tiene que hacerse la pregunta: ¿Cuantos son los capitulantes del 2012 que han estudiado lo que dijo el Arzobispo, y porqué lo dijo? 

Kyrie eleison.

terça-feira, 25 de setembro de 2012


SOBRE O ARTIGO PUBLICADO NO BLOG "O CETRO REAL", DE RESPONSABILIDADE DO SR. DIÁCONO MARCELO PAIVA, DA PARÓQUIA DE SANTA ZENAIDE-PM - BRASIL

SOBRE O ARTIGO PUBLICADO NO BLOG "O CETRO REAL", DE RESPONSABILIDADE DO SR. DIÁCONO MARCELO PAIVA, DA PARÓQUIA DE SANTA ZENAIDE-PM - BRASIL

A superficialidade com que o Sr. Diácono Marcelo Paiva, responsável pelo blog "O Cetro Real", trata a questão da canonicidade de uma Igreja Ortodoxa em seu artigo: "Como identificar uma Paróquia Ortodoxa no Brasil?" é chocante, e somente pode enganar aqueles que, como ele mesmo afirma, conhecem muito pouco sobre a Igreja Ortodoxa. Aproveitando-se desta "ignorância" generalizada a respeito das questões que envolvem a canonicidade ou não de uma Igreja, ele arrisca-se a formular seus próprios princípios de canonicidade, baseados no simples quesito de estar ou não em comunhão com as estruturas oficiais da Igreja.

Se o princípio proposto pelo ilustre Diácono da Paróquia de Santa Zenaide fosse válido, então ninguém da ROCOR - Igreja Ortodoxa Russa no Exterior, antes da união com o Patriarcado Soviético de Moscou em 2007, tinha a Graça Divina ou fazia parte da "Igreja Una e Indivisa", como ele afirma, porque a ROCOR, desde a sua fundação, jamais esteve em comunhão com o Patriarcado de Moscou, muito pelo contrário! Pela lógica do sábio Diácono, estariam fora do Corpo Místico de Cristo um São Philaret de Nova York e um São João de Shangai, por exemplo. No entanto, contrariando os princípios propostos pelo Sr. Diácono, as Igrejas Ortodoxas "Canônicas" que ele mesmo elenca, veneram estes homens que não estavam em comunhão com a Igreja do Patriarcado de Moscou, como Santos.

Caro Sr. Diácono Marcelo Paiva:

Aconselho-te a estudar História da Igreja, especialmente a da Santa Igreja Ortodoxa Russa, e a Tradição Canônica Ortodoxa antes de te aventurares a pronunciar juízos tão descabidos, para poupar os teus leitores de ensinamentos tão falaciosos.

Escreva em teu blog e esclareça teus leitores sobre a questão do "Sergianismo" e sobre a grande heresia do Ecumenismo, nos quais tanto a Igreja Soviética do Patriarcado de Moscou, quanto todas as outras "Igrejas Ortodoxas Oficiais" estão envolvidas. Relate a oposição e anáthemas pronunciados pela ROCOR em relação a estes pecados, e os ensinamentos de São Philaret a esse mesmo respeito. Informe que os Sagrados Cânones da Igreja excomungam e depõem todos aqueles que rezam com os heterodoxos, tanto pública quanto privadamente. Por acaso as Igrejas que você chama de as "únicas" Ortodoxas estão acima dos Sagrados Cânones?

Tenha a honestidade de não negar o óbvio! Os encontros ecumênicos ocorridos em todo o mundo estão aí para quem quiser ver! É escandaloso comprovar a presença de hierarcas da "Igrejas Ortodoxas" beijando a mão do Papa de Roma, o qual já foi anathematizado inúmeras vezes! Quero ver você ter a coragem de escrever contra a Igreja Romana como se atreve a fazer contra as Verdadeiras Igrejas Ortodoxas. Quero ver você ensinar que a Igreja Romana é herética e que não possui a Graça de DEUS! E se você admitir que é assim, explique o que os Hierarcas "Ortodoxos" vão fazer em Roma, e por que o Patriarca Ecumênico e outros Bispos "Ortodoxos" participam de liturgias com o Papa de Roma, já que você afirma que "quem não está na Comunhão Ortodoxa não possui nem Sacramentos válidos, nem Sacerdócio, nem a Graça Divina". Por acaso a Igreja Romana está incluída na "Comunhão Ortodoxa"? Se sim, explique-nos como ocorreu este milagre? Se não, por que o Patriarcado Ecumênico e as Igrejas membros do CMI afirmam que sim?

Saiba você, bem como todos os teus leitores, que o critério de Ortodoxia é uma Profissão de Fé íntegra, sem acréscimos ou diminuições, segundo o Sagrado Depósito da Fé contido nas Divinas Escrituras e na Sagrada Tradição Apostólica, o que exige um completo afastamento da heterodoxia e nenhuma comunhão com os hereges (o que as tuas "Igrejas" não têm). É uma perfeita observância dos Sagrados Cânones da Igreja, compendiados no "Leme", cânones estes que as "Igrejas Ortodoxas Oficiais" não cessam de violar pelas suas aproximações com o Catolicismo Romano, Judaísmo, Islamismo e Protestantismo, só para citar alguns exemplos. 

Não pense que todos são ignorantes, porque não são. Estarei atento para repelir tuas calúnias disfarçadas de bom discurso.

Hieromonge Daniel Fernandes




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Nossa Senhora de la Salete,rogaí por nós.

miércoles, 19 de septiembre de 2012

NUESTRA SEÑORA DE LA SALETTE


ALGUNOS EXTRACTOS DEL MENSAJE
 DE NUESTRA SEÑORA EN LA SALETTE

(FRANCIA, Septiembre de 1846)


LOS MALOS SACERDOTES


   Los sacerdotes, ministros de mi Hijo, por su mala vida, su irreverencia e impiedad en la celebración de los santos misterios, por el amor al dinero, a las honras y a los placeres, se transformarán en cloacas de impureza. Sí, los sacerdotes atraen la venganza, y la venganza se cierne sobre sus cabezas. ¡Ay de los sacerdotes y de las personas consagradas a Dios que, por su infidelidad y mala vida crucifican de nuevo a mi Hijo! Los pecados de las personas consagradas a Dios claman al Cielo y claman por venganza, y he aquí que la venganza está a sus puertas, pues no se encuentra más una persona que implore misericordia y perdón para el pueblo, no hay más almas generosas, no hay nadie más digno de ofrecer la Víctima Inmaculada al Padre Eterno a favor del mundo.


PÉRDIDA DE LA FE POR PARTE DE LOS CONSAGRADOS


   En el año 1864, Lucifer y un gran número de demonios serán liberados del infierno; ellos abolirán la Fe poco a poco, hasta en las personas consagradas a Dios; ellos las cegarán de tal modo que, salvo una gracia particular, adquirirán el espíritu de esos malos ángeles; muchas casas religiosas perderán completamente la Fe y perderán muchas almas.

    Los malos libros abundarán sobre la Tierra y los espíritus de las tinieblas difundirán por todas partes un relajamiento universal en todo lo que se refiere al servicio de Dios; ellos tendrán un enorme poder sobre la naturaleza; habrá iglesias para rendir culto a esos espíritus. 

INFLUENCIA DE LOS DEMONIOS Y FALSOS PRODIGIOS

   Habrá personas que serán transportadas de un lugar a otro por esos malos espíritus, inclusive sacerdotes, porque no se habrán conducido por el buen espíritu del Evangelio, que es un espíritu de humildad, caridad y celo por la gloria de Dios. Se hará resucitar muertos y justos (es decir, dichos muertos tomarán la figura de almas justas que vivieron en la Tierra, para seducir más a los hombres; esos supuestos muertos resucitados, que no serán sino el demonio encarnado en esas figuras, predicarán otro evangelio contrario al del verdadero Jesucristo, negando la existencia del Cielo); o incluso almas de condenados. 

   Todas esas almas aparecerán como unidas a sus cuerpos. En todos los lugares habrá prodigios extraordinarios, porque la verdadera Fe se apagó y una falsa luz ilumina al mundo. ¡Ay de los príncipes de la Iglesia que entonces estarán ocupados únicamente en acumular riquezas, salvaguardar su autoridad y dominar con orgullo!

PÉRDIDA DEL AMOR A LA PATRIA Y A LA FAMILIA

   Olvidada la santa fe en Dios, cada individuo deseará guiarse por sí mismo y ser superior a sus semejantes. Serán abolidos los poderes civiles y eclesiásticos; todo orden y toda justicia serán pisados a los pies; no se verá otra cosa sino homicidios, odio, envidia, mentira y discordia, sin amor por la patria ni por la familia.


SUFRIMIENTO DE LOS JUSTOS


   Los justos sufrirán mucho; sus oraciones, su penitencia y sus lágrimas subirán hasta el Cielo y todo el pueblo de Dios pedirá perdón y misericordia, pedirá mucha ayuda e intercesión. Entonces Jesucristo, por un acto de su justicia y de su gran misericordia con relación a los justos, ordenará a sus Ángeles que provoquen la muerte de todos sus enemigos. De repente, los perseguidores de la Iglesia de Jesucristo y todos los hombres entregados al pecado perecerán y la Tierra se transformará por así decir en un desierto.

TRIUNFO DE LA SANTA IGLESIA CATÓLICA

   Entonces se establecerá la paz, la reconciliación de Dios con los hombres; Jesucristo será servido, adorado y glorificado; la caridad florecerá por todas partes. Los nuevos reyes serán el brazo derecho de la Santa Iglesia, la cual será fuerte, humilde, piadosa, pobre, celosa e imitadora de las virtudes de Jesucristo. El Evangelio será predicado por todas partes y los hombres harán grandes progresos en la Fe, porque habrá unidad entre los operarios de Jesucristo y los hombres vivirán en el temor de Dios.


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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Quem divide?quem se rebela?

lunes, 17 de septiembre de 2012

¿QUIENES DIVIDEN Y SE REBELAN?


Mons. Richard Williamson

COMENTARIOS ELEISON-270
(15-IX-2012)

El Capítulo VII del Evangelio según San Juan contiene una lección especial para hoy día: ¿quiénes son los verdaderos rebeldes contra la autoridad, y quienes los que no son más que aparentes rebeldes? ¿Quién aparenta estar dividiendo al pueblo de Dios y quien está realmente dividiéndolo? Las cosas no son siempre lo que aparentan. Es necesario siempre “Juzgar no según las apariencias, sino juzgar según un justo juicio” (Jn.VII,24).

Este capítulo VII de San Juan está cercano al fin de la vida de Nuestro Señor en la tierra. Los judíos están tratando de matar a Jesús (versículo 1), pero aún así Nuestro Señor sube a Jerusalén y enseña en el Templo (14). El pueblo está ya dividido (12) y así el resultado de la enseñanza de Jesús es que algunos del pueblo (40) reconocen en El al Profeta (cf.Deut.XVIII, 15-19) mientras que otros (41-42) le rechazan tal reconocimiento porque El es de Galilea. Por consiguiente, hay división y disensión. Ahora bien, la división, como tal, merece reprobación, luego ¿de quien es la culpa? Ciertamente no de Nuestro Señor quien no hacía más que predicar la doctrina de su Padre en el Cielo (16-17). Tampoco puede culparse a esa parte del pueblo que aceptó su divina enseñanza. Claramente la culpa de la división yace en las autoridades del Templo y en aquella parte del pueblo que estaba rechazando la Verdad.

Del mismo modo en las décadas de 1970 y 1980, el Arzobispo Lefebvre dividió a los Católicos al enseñar y practicar la verdad de la Tradición Católica, pero ¿cuál será el Católico que ahora alardee de ser Tradicional, que lo culpe por esta división? Claramente la culpa por la división en la Iglesia no recae ni sobre el Arzobispo ni sobre los que lo siguieron, sino principalmente sobre aquellas autoridades de la Iglesia que estaban torciendo la verdadera religión tal como lo hacían las autoridades del Templo en los días de Nuestro Señor. Una y otra vez el Arzobispo les pidió a ellas “juzgar un justo juicio”, para que enfrentasen el problema central creado por su adulterio Conciliar con el mundo moderno. Hasta el día de hoy, las autoridades de la Iglesia rechazan tal confrontación. Una y otra vez la única respuesta de ellos ha sido: “¡Obediencia!” “¡Unidad!”. ¿No es evidente que su carencia de argumentos con respecto a las cuestiones básicas de la verdad sugiere que son ellos los verdaderos rebeldes y responsables de la división en la Iglesia?

Sin embargo la disensión como tal no es una buena cosa, y ambos, Nuestro Señor y el Arzobispo Lefebvre, sabían de antemano que a causa de sus enseñanzas resultaría la disensión. ¿Porqué entonces continuaron a pesar de ello? Porque las almas pueden ser salvadas con la disensión (cf.Lc.XII,51-53), pero no pueden ser salvadas sin la Verdad. Si las autoridades religiosas están extraviando al pueblo – y el Diablo trabaja particularmente duro sobre ellas, debido al poder que ellas tienen para llevar a muchas otras almas por el mal camino -- entonces es cuando la Verdad debe ser afirmada para traer al pueblo de vuelta al camino del Cielo, aún cuando eso sea causa de disensión. Aquí se ve como la Verdad está por encima de la autoridad como de la unidad.

Y, ¿dónde está esta verdad en el año 2012? El Vaticano II fue un desastre para la Iglesia --¿cierto o falso? Las autoridades de la Iglesia que efectuaron Asís III y la “beatificación” de Juan Pablo II están siempre aferradas al Vaticano II --¿cierto o falso? Y, entonces, si la Fraternidad San Pío X se coloca ella misma bajo aquellas mismas autoridades, éstas usarán todo su prestigio, y el poder sobre la FSPX que la misma Fraternidad les habrá dado, para disolver su resistencia al Vaticano II --¿cierto o falso? Luego, la FSPX corre el grave riesgo de perder progresivamente la fuerza que todavía le puede quedar para resistir a este prestigio y poder --¿cierto o falso? ¡Como lo dicen los Romanos, “Roma puede esperar”!

Entonces, en la FSPX, hoy, si uno “juzga no según las apariencias sino según un justo juicio”, ¿quién es el verdadero responsable de la “división”? ¿Quiénes son los reales “rebeldes contra la autoridad”? ¿Aquellos que critican el riesgo de tal mezcolanza de la Verdad Católica con el error Conciliar, o bien aquellos que promueven esa mezcolanza?

Kyrie eleison.