Profissão de Fé do Blog.

Profissão de Fé do Blog "Creio em um só Deus, Pai onipotente, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. E em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai, antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro. Gerado, mas não feito, consubstancial ao Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas. Ele, por causa de nós, homens, e nossa salvação, desceu dos céus. E se incarnou por obra do Espírito Santo, da Virgem Maria. E se fez homem. Foi também crucificado por nós; sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. E ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Subiu ao céu, está sentado à direita do Pai, de onde há de vir segunda vez, com glória, a julgar os vivos e os mortos; e seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, que é Senhor e Fonte da Vida e que procede do Pai e do Filho. Com o Pai e o Filho é juntamente adorado e glorificado, e é o que falou pelos Profetas. Também a Igreja, una, santa, católica e apostólica. Confesso um Batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do século futuro." Amém.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Arcebispo e conselho presbiteral se une a antiga igreja do oriente.

Sua excelência o arcebispo Mar Makarios informa a todos que a igreja já decidiu o caminho a trilhar e o melhor caminho foi se unir aos cristãos assyrios da antiga igreja católica apostólica do oriente,igreja esta que nunca foi excomungada e que tem uma longa tradição liturgica e de onde saiu a igreja ortodoxa sírio malankar que rompeu a comunhão com o Patriarca de Babilônia e se uniu a igreja ortodoxa sirio antioquina  de tendência monofisita.A partir desta data,30 de setembro de 2011, nossa igreja é a santa igreja  Assyria Católica Apostólica do Oriente.Nossa confissão de fé esta no Credo de Nicéia-Constantinopla e a igreja aceita apenas êsses dois concílios ecumênicos,o de Nicéia e o I de Constantinopla e a Bíblia como regra de fé e moral.Nossa liturgia já esta sendo todo adaptada para a liturgia dos Santos Addai e Mari.Com isso nós já nos definimos daqui para frente a nossa caminhada dentro de uma das mais antigas igrejas cristãs do oriente.Não vamos retirar ainda as postagens antigas,mas aos poucos muitas vão sendo retiradas,principalmente aquelas que fazem menção a igreja remanente no exílio.Outras postagens e encíclicas ficarão para consultas de bispos e sacerdotes que quiserem aprofundar sua fé dentro do rito latino.Diácono Andrei.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Arcebispo celebra hoje o grande pontifical em honra de São Miguel Arcanjo

Hoje será celebrado o grande pontifical logo a noite em honra de São Miguel Arcanjo"arquistratego de Deus,servidor da sua glória,guia dos mortais e chefe dos anjos,consegue para nós o que é útil às nossas almas e a graça da salvação"."Grandes chefes das milícias celestes,nós vos suplicamos,indignos que somos,protegei-nos por vossas orações e guardai nos à sombra das asas de vossa glória imortal,nós que,prostrados,instantemente vos imploramos:livrai-nos dos perigos,ò Príncipes das potências do alto".Será uma grande celebração onde esta sendo aguardada centenas e centenas de pessôas que honram e invoca São Miguel Arcanjo ,padroeiro desta igreja.Sua excelência será acompanhado por varios sacerdotes e diáconos e haverá celebrações tambem na Bahia,Brasilia e Rio Grande do Sul.Que São Miguel Arquistratego de Deus nos guarde e nos proteja das heresias e dos cismas.Arquidiácono Yohanan.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Recoram a São Miguel e vereis fugir o inimigo.Quem como Deus?

Sancte Michael Archangele, defende nos in prælio


Sancte Michael Archangele, defende nos in prælio; contra nequitiam et insidias diaboli esto præsidium. Imperet illi Deus, supplices deprecamur: tuque, Princeps militiæ cælestis, Satanam aliosque spiritus malignos, qui ad perditionem animarum pervagantur in mundo, divina virtute in infernum detrude. Amen.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demônio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos. E vós, príncipe da milícia celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.
 

Arcebispo afirma que o limbo é uma invenção pelagiana.

Sua excelência o arcebispo Dom Makarios reafirmou que o limbo é uma invenção pelagiana e que o rompimento com a igreja remanente em exílio não muda a doutrina da igreja.Que Pelagio inventou na sua teologia a doutrina do paraíso para as crianças que morriam sem batismo e o reino dos céus para aquelas que eram batizadas ,já que ele negava o pecado original e dizia que as crianças nasciam em um estado de pureza e que o pecado original era um pura imitação da desobediência de Adão e que as crianças não tinha consciência disso e que o batismo apenas acrescentava uma maior graça onde não existia pecado.Dom Makarios disse que essa doutrina e doutrina do batismo de sangue e desejo são heresias e devem ser totalmente abandonadas.Diácono Andrei.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Alto tucanato assustado:Dilma venceria de novo e no primeiro turno.


 O comando do alto tucanato do PSDB encomendou uma pesquisa com os mesmos nomes que disputaram as eleições em 2010,e entraram em em pileque ao ver que se as eleições fosse hoje Dilma venceria no primeiro turno com 59% dos votos válidos contra 25% a José Serra e 15% a Marina Silva(ex PV).Medo e pavor tomaram conta do alto comando do tucanato que hoje já sabem que as forças democráticas e populares dos trabalhadores não querem mais saber das elites conservadoras do passado.Isso sem falar no ex presidente Lula que mesmo fora do poder é campeão de popularidade no mundo todo.Assim fica confirmado que aqueles que trabalham para o povo de verdade nunca será esquecido.Todo poder emana do povo e em seu nome é exercido,foi isso que os tucanos esqueceram,pensaram que viviam na realeza,que o poder era hereditário e foram varridos do poder pelo povo que é na verdade quem escolhe seus representantes.Pelo andar da carruagem o PSDB devia mudar de nome e escolher outra ave para ser o seu símbolo,porque o tucano deu azar e que avezinha azarada,ou quem sabe uma cobra venenosa.O antigo PFL mudou de nome,mas esqueceram de mudar de comportamento e o DEM recém parido já era viciado e louco por mensalão.Um gato seria um bom símbolo para o DEM,podem até escolher um bichano de raça,chique como eles que tambem esqueceram do povo e hoje amargam a escuridão da mediocridade.Esta na hora de aprender.Arcebispo Makarios. 

Hino composto por Mar Babai que define o ensinamento da igreja

 "hino do elogio (TESHBOKHTA), composto por mar Babai, o Grande, no sexto de nosso era."Um é Cristo o filho de Deus, adorado por todos em duas naturezas; Em sua divindade gerado do pai, sem começar antes de toda a eternidade; Em sua humanidade nascido de Maria, na plenitude do tempo, em um corpo unido; Nem sua divindade é da natureza da mãe, nem sua humanidade é da natureza do pai; As naturezas são preservadas em seu Qnomas, em uma pessoa. E porque a divindade é três substâncias em uma natureza, do mesmo modo o filho está em duas naturezas, sendo uma pessoa (parsopa)." Assim a Santa Igreja ensinou. Assim a Santa Igreja ensina

A Igreja virada.Onde está Pedro?

Nós ficamos perpeplexos com os últimos acontecimentos e sabemos que esta decisão foi dura,dolorosa para nós.Tanto que continuamos a celebrar o novenário de São Miguel Arcanjo cuja pontifical vou celebrar no dia 29.O que aconteceu?Traimos alguem ou fomos traidos?essa é a pergunta.Nós acreditamos piamente que a igreja católica de sempre vive e existe.Mas onde esta Pedro?onde esta o sucessor de Pedro?Dizer para mim que aquele indulto que vou publicar foi revogado,eu pergunto:revogado por quem?qual foi o Papa que revogou?se isso é verdade eu já teria encontrado.Como fica a fé daqueles que acreditam piamente em algo decretado,sancionado pelo Papa e amanhã vem outro e revoga tudo?Se um Papa pode dar as costas ao magistério de vintes séculos de igrejas apenas por capricho ou para atender interesses politicos êsse Papa não é Papa,não é o sucessor de Pedro.Um Papa que diz que os judeus não tem alma,então esta contradizendo a palavra de Deus e todo o magistério da igreja.Eu pergunto :Jesus tinha alma,porque ele era judeu,como Maria,José e todos os Apóstolos que eram todos judeus.Então Deus uno e trino cria alma para alguns judeus e outros não e provem para mim baseado no magistério infalivel da igreja onde esta escrito uma heresia dessas,me mande uma Encíclica,um dogma ou decisão "Ex Cátedra" que eu me calo.Como fica Moiséis e todos os profetas?todos sem alma?então a Bíblia não vale nada e nula é nossa fé.Sei que os judeus mataram Jesus,sei quem eles sãos,não precisa ninguem me dizer.Mas dizer que um judeu convertido não pode ser santo,porque ele não tem alma,então a igreja católica errou ao mandar batizar milhares de judeus na Espanha,em Portugal.Se a igreja errou ela não pode dizer que tem um magistério infalivel.Para que vou me preocupar com a Bíblia Sagrada se ela foi escrita por hebreus que não tem alma,melhor deixar tudo e seguir qualquer religião,porque todas são apenas criações humanas e não existe verdade objetiva.O Papa não pode romper com vintes séculos de igreja e passar a inventar um magistério paralelo,porque deixaria de ser o sucessor de Pedro.O Sumo Pontífice esta atrelado a todos os concílios ecumênicos até o Vaticano I e ao ensinamento constante e perene da igreja.Um Papa que se deixa influenciar ou ser manipulado por crenças politicas e aí tentar obrigar a todos a crer na ideologia dele, deixou de ser o sucessor de Pedro.Caiu em heresia e esta em cisma.Se um Papa pode revogar a decisão de um outro Papa ou inventar maluquices ,ele abriu um precedente parigoso,já que o poder das chaves pode tudo,então o Papa Paceli,Montini, e seus sucessores na igreja montiniana estão certos.Eles convocaram um concílio a que chamam de Vaticano II e rasgaram todas as encíclicas e jogaram no lixo toda a tradição da igreja e reformaram tudo,até a santa missa e publicaram um novo Ordo que entendendo assim é válido,porque não?O Papa Alejandro poderia pedir de mim que eu andasse 50 km,caminhando e rezando o rosário sem parar e eu faria,tal era minha crença que ele é o sucessor de Pedro.Mas pedir que eu queime um livro que foi herança de família e ainda esta em aramaico do qual não entendo nada e só abri uma vez para ver como se escreve em aramaico,aí já é demais.Êsse livro não tem nada a ver com minha fé,senão não estaria na igreja.Porque eles não queimam o Alcorão?Se são gente de tanta fé faça isso e vocês serão procurados por todos os lugares e suas vidas estarão em perigo.Não esta escrito nos livros de história  o que Saladino fez com Jerusalem,e quantos fiéis católicos se alistaram nas cruzadas e morreram para defender a sua fé?O Alcorão não afirma claramente que somos todos infiéis e que Deus não é uma Trindade?Onde estãos os valentes que falam mal de um povo e tem medo dos mulçumanos?Eu tenho o Alcorão aqui em português e em árabe.alguem se atreve em enviar um email e mandar que eu o lance nas chamas?ganhei de um amigo muçulmano e não perdi minha fé na igreja porque tenho um alcorão,o livro sagrado de um grande parte da humanidade.Vocês querem queima-lo?compre um e faça vocês e verão onde terão que se esconder para viver mais um tempo.Porque eu sou um bispo fiel aos ensinamentos da igreja de sempre,passos horas estudando Santo Agostinho,a Summa teológica de São Tomás de Aquino e todos os documentos dos grandes concílios da igreja,e até hoje já li mais de dez mil livros e seí na minha pequenez de pecador alcançado pela irrestivel graça de Deus,que somente Deus Uno e Trino,o Deus Trindade é soberano e que a salvação não de quem corre ou de quer quer,mas de quem Deus usa de misericórdia e que salvação toda é obra de Deus ,ele começa e termina e é livre para escolher uns e rejeitar outros,apesar de não existir uma rejeição absoluta segundo o Concílio de Orange que condenou o pelagianismo,porque todas as obras dos inféis são pecados e tôdas as virtudes dos filósofos vícios.Sem o auxílio da graça de Deus,a vontade por si mesma só pode pecar:sem êste auxílio não pode sequer superar uma tentação e toda obra fora da fé não tem importância para a salvação,porque a oração dos pecadores é um novo pecado e o que Deus concede a estas orações é um novo juízo sobre elas,mas isso não me dá o direito de sair por aí queimando livros de outras religiões,quando lancei as chamas o missal de Paceli foi um recado a igreja montiniana que era um Anti Papa,coisa que comecei a duvidar,depois dos precedentes que ouvi.Tem bispos valentes,mas tem medo dos muçulmanos e é bom ter mesmo,porque eles não estão para brincadeira e da religião deles ninguem zomba.E Eu os respeito pelo zelo que tem em defender suas crenças(Inshalah,Masha Allah).Quem esta virando as costa para o magistério da igreja não é eu.Na minha igreja todos sabem que eu não sou partidário desta democracia inventada,não sou republicano,eu os admiro,sou monarquista ,mas nunca obriguei ninguem a ser monarquista,porque nem o magistério infalivel da igreja obriga.Eu obedeceria o Papa como sempre obedeci em matéria de fé e moral,mas exigir de mim crenças em um determinado regime ou ideologia politica isso não.Foi doloroso para mim e para todos meus amigos ter que deixar a igreja de Sua Santidade Alejandro IX,eu gosto de sua firmeza quando defende a igreja católica de sempre.E digo mais,se um dia eu tivesse que votar para eleger um sucessor de Alejandro IX,eu votaria no Cardeal Emilio.Votaria sem pestanejar,porque o dono da igreja é somente Deus e ele daria força a seu vigário para governar a igreja,porque confiar somente na capacidade humana é zombar de Deus.Mas o que devo eu fazer,quando não ouço mais a voz de Pedro,mas de um politico?Eu estou onde Pedro està,mas onde tem politicos eu vou embora,porque já sei que ali tem confusão.Não condeno nenhuma ideologia,cada um crê no que quiser,mas isso é de foro íntimo de cada um.Sou contra o aborto sim ,e quem comete êsse pecado esta automaticamente excomungado,não somente a mãe,mas todos que tomaram parte neste crime abominavel que clama aos céus por vingança.Sou contra as igrejas ditas inclusivas,que simulam casamento de pessôas do mesmo sexo,o terrivel pecado da sodomia;sou contra a liberação de qualquer droga a começar pela maconha.Onde estava a heresia no meu blogue como disseram:onde errei em matéria de fé e moral?Tem perguntas que não querem calar.Pedi a todos da igreja que não vamos jamais falar nada contra Sua Santidade Alejandro IX,mas me reservo o direito de não continuar nesta igreja,porque dúvidas hoje me assaltam e estou tentando ver nele onde esta o sucessor de Pedro,porque acredito que desde que recebeu bispos de Pamar de Troya na igreja,essa gente apodrecida daquele sarcófago de mumias loucas que ressuscitaram para espalhar o virus pestilento das heresias do louco Gregório XVII,a igreja remanente foi contaminada.Porque dos seguidores de Palmar pode se esperar tudo,menos fé católica,para inicio, as ordens daquela igreja foram todas invalidadas pelas mudanças que Gregório XVII de infeliz memória introduziu, virando as costas para o magistério da igreja de sempre e se afastou tanto da fé católica que chegou a criar uma "Bíblia Palmariana" para eles e alterou o rito das ordenações e sagrações,isso em nome do poder das chaves que ele na sua estupidez e psicopatia dizia ter,não estará a igreja remanente repetindo Palmar de Troya?Vou rezar como nunca para que Deus livre Sua Santidade Alejandro IX das mãos das víboras que estão envenando a igreja com sua gosma fétida e podre.Que Deus me ajude e seus Santos Evangelhos.Arcebispo Makarios,um servo da igreja.

domingo, 25 de setembro de 2011

Arcebispo e conselho presbiteral decide pela total separação

Sua excelência o arcebispo makarios esta pronto para implantar as reformas nescessárias e a decisão do conselho foi pela total separação da igreja católica remanente que vive mergulhada na heresia e no mais profundo lamaçal de supertiçoes Romanistas e outras que não convem mecionar.Toda as postagens serão retiradas onde se faz referencia ao culto dos santos e reliquias e as doutrinas não biblicas adotadas por Roma há muito tempo.Como disse Dom Makarios:"afastar das escrituras é afastar da verdadeira fé católica e sem as escrituras não existe nada,só o vazio que vemos corroer muita gente,que já esta predestinada a condenasção eterna,finalmente nossa igreja esta livre das amarras do do demônio..."Diácono Andrei.

Essa igreja negou toda a fé católica,seu Papa esta deposto por heresia.

Essa igreja católica remanente ou romana no exílio negou a essência da fé católica,caiu em heresia e seu Papa Alejandro IX não é mais Papa e sim lider de um partido politico.Eles invadem contas suas na internete e detonam com suas contas e fazem pior.Tenho todas as conversas salvas no pendraive deles.São hereges e se uniram com seguidores do Papa Louco de Palmar de Troya e estão se afundando.Na conversa abaixo eles dizem quem financia eles.Cuidado você pode estar sendo enganado por essa gente que ném sucessão apostólica tem.São terroristas de extrema direita.Nós já enviamos tudo a Policia Federal que acionará a policia argentina e a interpol para as providências cabiveis.Eu sempre desconfiei que tudo era uma mentira deslavada e por isso muita gente afasta deles.Ali não tem Papa coisa nenhuma,foi um conclave viciado liderado por um bando de bispinhos jovens que foram enganados e sagraram mais uns dez para eleger o Papa deles.São Anatemas e estão todos excomungados como hereges e traidores da fé católica.Fique longe deles,lá não existe igreja coisa nenhuma,e sim um bando de fanaticos loucos cujas sagrações são duvidosas.Eu jamais iria baixar o pau,mas quando invadiram minha conta eles me deram a senha para denuncia-los.Bispo Makarios.

Canonização do Padre Leonardo Feeney.

Canonización del Padre Leonard Feeney


CARTA APOSTÓLICACON LA QUE EL SUMO PONTÍFICE

ALEJANDRO IX

HA INSCRITO EN EL CATÁLOGO DE LOS SANTOS

AL REVERENDO PADRE LEONARD FEENEY




Tras la Promulgación de la Encíclica In Nomine Domini, por la cual declarabamos ser verdadera la enseñanza del Padre Leonard Feeney, según la cual fuera de la Iglesia Católica no existe salvación en absoluto, y condenabamos como falsas y heréticas las doctrinas del Bautismo de Deseo y de Sangre, surgió un fuerte apoyo para la rehabilitación de la figura de dicho sacerdote, excomulgado por Nuestro Predecesor San Pío XII.

La posibilidad de que San Pio XII, último Papa en ocupar el Vaticano haya errado en un tema tan delicado, nos condujo a ordenar un estudio muy cuidadoso, y sirviendonos de los trabajos del Doctor Patrick Pollock, especialmente su defenza canónica del citado sacerdote. Dichos estudios fueron remitidos a una comisión especial integrada por los mismos clerigos que formaron parte de la comisión que estudió la doctrina del Padre Feeney, y que fuera presidida por el Cardenal Martín de la Compasión.
Luego de cinco sesiones celebradas bajo sigilio por nuestra orden, el muy Reverendo Cardenal Martín de la Compasión elevó un informe de cincuenta páginas, firmado por todos los prelados de dicha comisión, por la cual se podía declarar nula e inválida la excomunión del Padre Leonard Feeney. Dicho estudio además sostenía que el dicho sacerdote, había firmado un acuerdo con el antipapa por el cual este le levantaba la excomunión, simplemente reflejaba el estado de confusión de aquellos años en los que Montini usurpó la Santa Sede.

Por eso, y tras considerar la rehabilitación del Padre Leonard Feeney, fue deseo nuestro, desde el inicio de nuestro Pontificado, al igual que el de los Cardenales de la Curia, gran numero de Obispos y sacerdotes, así como de muchos fieles, y muy especialmente el informe elaborado al respecto por la Congregación para la causa de los Santos, presidida por nuestro muy querido hermano el Cardenal Martín de la Compasión, declaramos y afirmamos por Nuestra Santísima autoridad que el Reverendo Padre Leonard Feeney sea elebado a la gloria de los altares y que su fiesta sea celebrada el 30 de enero.



Dado el 2 de noviembre del año MMIX de la Encarnación

En Villa María María, Buenos Aires,

ALEXANDER IX. PP.


Encíclica Cum Christus de Sua Santidade Alejandro IX gloriosamente reinante.

Encíclica Cum Christus

Carta Encíclica
CUM CHRISTUS








De Su Santidad Alejandro IX
Siervo de los Siervos de Dios

Para perpetua memoria


Proemio.
Como quiera que Cristo, verdadero Hombre y Verdadero Dios, otorgó al bendito Pedro regir la Iglesia, dándole potestad para confirmar en la Fe a sus hermanos, Nos, Alejandro IX Vicario del Hijo de Dios sabemos y enseñamos que desde los primeros tiempos, según leemos en la Biblia, la familia fue un pilar en la creación, así a la raza humana, Dios le entregó la tierra toda en prioridad. Esta unión que Dios santificó desde el principio, en la plenitud de los tiempos, Nuestro Señor lo elevó a signo visible de su Gracia. Así quedó fijado desde el principio que el hombre se uniría a una mujer y que, como enseñó Jesucristo y ha repetido la Iglesia, esa unión era indestructible.
En estos tiempos modernos, donde algunos pretenden conciliar las instituciones de origen divino con los placeres y degeneramientos del mundo moderno, para si mejor servir a Satanás y tratar de confundir a los Elegidos, pero ¿Cómo podrán confundir a aquellos que el Señor Separó? ¿Acaso tiene Satanás y sus secuases parte o prenda de los predistinados? Nos sabemos muy bien que esto es imposible, pero Nuestro Señor ha decidido ponernos a prueba, ver con cuanta fuerza podemos defender nuestros valores y nuestra fe. Y como el único estado posible es el Estado Católico, y las únicas leyes pueden ser aquellas que o bien emanan de las leyes divinas o por lo menos no las contradicen, tenemos que oponernos con todas nuestras fuerzas a las uniones del mismo sexo que quieren elevar al rango de matrimonio, de la misma manera que tenemos que levantar la voz contra el divorcio.
La homosexualidad, pecado aberrante.Corresponde entonces que la Santa Sede se exprese sobre estos problemas, porque a ella se le entregó la custodia de la Fe, la moral, las costumbres, en si, todo el depósito del Cristianismo. No podemos consentir de ninguna manera con la homosexualidad, antes bien, tenemos que condenarla, y no bajo el laxismo de algunos que esconden con falsa piedad sus propios crímenes: la homosexualidad es un pecado aberrante, un pecado mortal por el cual Dios clama sangre. Ese pecado, carísimos hijos es un crimen contra la naturaleza, es una afrenta a la Iglesia, es una blasfemia a Dios y a toda la creación. Mienten aquellos que, en coordinación con la Iglesia de Satanás buscan la excusa y dicen “se condena el pecado y no al pecador” ¿Cómo no condenaremos al pecador si lo condena el mismo Dios? ¿Acaso tiene la Iglesia más piedad que el Todopoderoso? Nos, por nuestro Santísimo Oficio tenemos que condenar a los pecadores, y en este caso especialmente a todos los homosexuales, quienes son prenda del infierno por su aberrante crimen contra Dios. Mas les valdría a estos no haber nacido, más le valdría invocar la muerte y el perdón de Dios, para que sus crímenes no los lleven en el Infierno a un lugar con más sufrimiento del que ya de por si merecen. ¡Pedid misericordia e invocad la muerte! ¡Rogad a Dios que termine con vosotros!
¿Qué corresponde entonces a aquellos que alientan estas uniones que tanto ofenden al Señor? Corresponde el peor de los castigos, corresponde la mayor ira, porque a muchos a quienes Nuestro Señor ha soltado de su gracia, dejándolos en completa libertad, son llevados al abismo por estos siervos de Satanás. Conocemos de quienes hablamos, sabemos quienes son. Responsables gubernamentales que se niegan a prohibir la homosexualidad, otros que los alientan. Peores son aquellos otros que, habiendo recibido el Espíritu Santo, aún en el cisma y la herejía, deciden apoyar a estos infames. A vosotros corresponde la ira divina y pagareis vuestro pecado.

Del divorcio y la fornicación.
No muy distinto es el divorcio. Porque algunos alegando la libertad reclaman para si el derecho a destruir la unión sagrada realizada ante los ojos de Dios, quebrando con el mandamiento dado por el Creador allí en el Edén. Nuestro Señor bendijo al matrimonio y estableció que este era indisoluble ¿Con que derecho quieren algunos ir en contra de los mandatos de Dios? Y así como condenamos a los estados que permiten la homosexualidad, debemos condenar a los estadistas que consienten el divorcio en sus dominios.
El divorcio es el nombre con el cual se quiere encriptar la vil fornicación. Muchos han pretextado el maltrato, el abuso o el desamor como causal de divorcio. A ellos respondemos con la vida ejemplas de la Beata Isabella Canori Mora, a quienes Nos, en el día de ayer hemos inscripto entre las personas dignas de veneración. Ella se comportó como una verdadera esposa católica, y es el fiel ejemplo de lo que deben hacer las mujeres en todo tiempo, orando por su esposo, sosteniendo espiritualmente a su familia y luchando por los más necesitados, entregando su dolor a Cristo Nuestro Señor.
Las nulidades matrimoniales, uso y abuso.Pero nos llena de horror cuando vemos que algunos prelados, aún en comunión con Nos han decidido buscar la fácil salida de la nulidad matrimonial, considerándola prácticamente igual al divorcio, y así han firmado prestos todo tipo de anulaciones, destruyendo familias por un simple capricho. Asi pues, la costumbre que han tomado algunos de los obispos de otorgar con increíble celeridad las anulaciones matrimoniales debe ser rechazada de forma absoluta, tan to mas cuanto se han cometido toda clase de excesos y violaciones a las normas del Derecho Canónico Pio Benedictino.
Y porque es conocido que algunos se ampararon en las costumbres de las Iglesias Orientales, tanto más reprensible puede ser este accionar, porque imitan a los cismáticos y se alinean con los herejes que malsienten el sacramento del matrimonio.

Medidas de la Santa Sede sobre los crímenes contra la Santa Unión del Matrimonio.
Es por ello, que invocando todas las enseñanzas que la Santísima Iglesia Católica ha profesado y transmitido, Nos, Alejandro IX, Siervo de los Siervos de Dios en primer lugar declaramos y condenamos como aberrante cualquier unión entre personas del mismo sexo. Establecemos que los homosexuales quedan, consientan o no a sus deseos viles fuera de la Iglesia, que no pueden recibir los sacramentos y que deben ser separados y apartados de la sociedad y muy especialmente de la Iglesia si es que no poseen un claro, evidente y sincero deseo de enmienda.
En segundo lugar, disponemos que cualquier católico en comunión con esta Sede que apoyara o consintiera con la homosexualidad o el divorcio comete pecado mortal, y que el mismo no podrá ser absuelto salvo que el fiel demuestre sinceramente su deseo de enmienda y haga reparación publica por su gravísimo pecado. Si el pecador fuera un eclesiástico, el mismo será excomulgado.
Tercero, toda causa de nulidad matrimonial que haya sido aprobada por los tribunales diocesanos y no fuera refrendada por la Rota Romana que funciona en el exilio hasta el día veinticuatro de marzo del año de Nuestro Señor Jesucristo MMVI hasta el día de hoy, seis de septiembre del MMX de la Gracia, son absolutamente nulas y completamente inválidas, y que por lo tanto deben ser remitidas a la Augusta Autoridad de forma inmediata para su expedito análisis.
Cuarto, Nos, Alejandro IX, Siervo de los Siervos de Dios, ordenamos y establecemos que se consideren válidos e indestructibles todos los matrimonios celebrados entre católicos fieles a la Santa Sede.
En quinto y último lugar, la disparidad de religión podrá servir como causal de nulidad, más no la disparidad de rito, porque aun cuando se casaran católicos de rito oriental y occidental, mientras estén en comunión con el Verdadero Vicario de Cristo, son miembros de la única y verdadera Iglesia Católica.
DespedidaTodo esto lo hemos dispuesto apelando a la Tradición Católica, apelando a la Sagrada Escritura y basándonos en los juicios infaible del Sagrado Magisterio y ordenamos por nuestras lertas que todo lo aqui dispuesto sea tomado como nuestra enseñanza pontificia, para ser guardada, velada y respetada por todos aquellos que se encuentran bajo nuestra Augusta Autoridad.

Dado en la Santa Sede en el Exilio, En Villa María
el día VI de Septiembre del año MMX de la Gracia,
II de Nuestro Pontificado.

Essa Bula vale ou não?

 
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CARTA ENCÍCLICAMIT BRENNENDER SORGE
DEL SUMO PONTÍFICE
PÍO XI
SOBRE LA SITUACIÓN
DE LA IGLESIA CATÓLICA EN EL REICH ALEMÁN

 

A los venerables hermanos,
arzobispos, obispos y otros ordinarios de Alemania
en paz y comunión con la Sede Apostólica
1. Con viva preocupación y con asombro creciente venimos observando, hace ya largo tiempo, la vía dolorosa de la Iglesia y la opresión progresivamente agudizada contra los fieles, de uno u otro sexo, que le han permanecido devotos en el espíritu y en las obras; y todo esto en aquella nación y en medio de aquel pueblo al que San Bonifacio llevó un día el luminoso mensaje, la buena nueva de Cristo y del reino de Dios.
2. Esta nuestra inquietud no se ha visto disminuida por los informes que los reverendísimos representantes del episcopado, según su deber, nos dieron, ajustados a la verdad, al visitarnos durante nuestra enfermedad. Junto a muchas noticias muy consoladoras y edificantes sobre la lucha sostenida por sus fieles por causa de la religión, no pudieron pasar en silencio, a pesar de su amor al propio pueblo y a su patria y el cuidado de expresar un juicio bien ponderado, otros innumerables sucesos muy tristes y reprobables. Luego que Nos hubimos escuchado sus relatos, con profunda gratitud a Dios pudimos exclamar con el apóstol del amor: No hay para mi mayor alegría que oír de mis hijos que andan en la verdad (3Jn 4). Pero la sinceridad que corresponde a la grave responsabilidad de nuestro ministerio apostólico y la decisión de presentar ante vosotros y ante todo el mundo cristiano la realidad en toda su crudeza, exigen también que añadamos: No tenemos preocupación mayor ni más cruel aflicción pastoral que cuando oímos: Muchos abandonan el camino de la verdad (cf. 2Pe 2,2).
I. CONCORDATO
3. Cuando Nos, venerables hermanos, en el verano de 1933, a instancia del Gobierno del Reich, aceptamos el reanudar las gestiones para un concordato, tomando por base un proyecto elaborado ya varios años antes, y llegamos así a un acuerdo solemne que satisfizo a todos vosotros, tuvimos por móvil la obligada solicitud de tutelar la libertad de la misión salvadora de la Iglesia en Alemania y de asegurar la salvación de las almas a ella confiadas, y, al mismo tiempo, el sincero deseo de prestar un servicio capital al pacífico desenvolvimiento y al bienestar del pueblo alemán.
4. A pesar de muchas y graves consideraciones, Nos determinamos entonces, no sin una propia violencia, a no negar nuestro consentimiento. Queríamos ahorrar a nuestros fieles, a nuestros hijos y a nuestras hijas de Alemania, en la medida humanamente posible, las situaciones violentas y las tribulaciones que, en caso contrario, se podían prever con toda seguridad según las circunstancias de los tiempos. Y con hechos queríamos demostrar a todos que Nos, buscando únicamente a Cristo y cuanto a Cristo pertenece, no rehusábamos tender a nadie, si él mismo no la rechazaba, la mano pacífica de la madre Iglesia.
5. Si el árbol de la paz, por Nos plantado en tierra alemana con pura intención, no ha producido los frutos por Nos anhelados en interés de vuestro pueblo, no habrá nadie en el mundo entero, con ojos para ver y oídos para oír, que pueda decir, todavía hoy, que la culpa es de la Iglesia y de su Cabeza suprema. La experiencia de los años transcurridos hace patentes las responsabilidades y descubre las maquinaciones que, ya desde el principio, no se propusieron otro fin que una lucha hasta el aniquilamiento. En los surcos donde nos habíamos esforzado por echar la simiente de la verdadera paz, otros esparcieron —como el inimicus homo de la Sagrada Escritura (Mt 13, 25)— la cizaña de la desconfianza, del descontento, de la discordia, del odio, de la difamación, de la hostilidad profunda, oculta o manifiesta, contra Cristo y su Iglesia, desencadenando una lucha que se alimentó en mil fuentes diversas y se sirvió de todos los medios. Sobre ellos, y solamente sobre ellos y sobre sus protectores, ocultos o manifiestos, recae la responsabilidad de que en el horizonte de Alemania no aparezca el arco iris de la paz, sino el nubarrón que presagia luchas religiosas desgarradoras.
6. Venerables hermanos, Nos no nos hemos cansado de hacer ver a los dirigentes, responsables de la suerte de vuestra nación, las consecuencias que se derivan necesariamente de la tolerancia, o peor aún, del favor prestado a aquellas corrientes. A todo hemos recurrido para defender la santidad de la palabra solemnemente dada y la inviolabilidad de los compromisos voluntarios contraídos frente a las teorías y prácticas que, si hubieran llegado a admitirse oficialmente, habrían disipado toda confianza y desvalorizado intrínsecamente toda palabra para lo futuro. Cuando llegue el momento de exponer a los ojos del mundo estos nuestros esfuerzos, todos los hombres de recta intención sabrán dónde han de buscarse los defensores de la paz y dónde sus perturbadores. Todo el que haya conservado en su ánimo un residuo de amor a la verdad, y en su corazón una sombra del sentido de justicia, habrá de admitir que, en los años tan difíciles y llenos de tan graves acontecimientos que siguieron al Concordato, cada una de nuestras palabras y de nuestras acciones tuvo por norma la fidelidad a los acuerdos estipulados. Pero deberá también reconocer con extrañeza y con profunda reprobación cómo por la otra parte se ha erigido en norma ordinaria el desfigurar arbitrariamente los pactos, eludirlos, desvirtuarlos y, finalmente, violarlos más o menos abiertamente.
7. La moderación que, a pesar de todo esto, hemos demostrado hasta ahora no nos ha sido sugerida por cálculos de intereses terrenos, ni mucho menos por debilidad, sino simplemente por la voluntad de no arrancar, junto con la cizaña, alguna planta buena; por la decisión de no pronunciar públicamente un juicio mientras los ánimos no estuviesen bien dispuestos para comprender su ineludible necesidad; por la resolución de no negar definitivamente la fidelidad de otros a la palabra empeñada, antes de que el irrefutable lenguaje de la realidad le hubiese arrancado los velos con que se ha sabido y se pretende aún ahora disfrazar, conforme a un plan predeterminado, el ataque contra la Iglesia. Todavía hoy, cuando la lucha abierta contra las escuelas confesionales, tuteladas por el Concordato, y la supresión de la libertad del voto para aquellos que tienen derecho a la educación católica, manifiestan, en un campo particularmente vital para la Iglesia, la trágica gravedad de la situación y la angustia, sin ejemplo, de las conciencias cristianas, la solicitud paternal por el bien de las almas nos aconseja no dejar de considerar las posibilidades, por escasas que sean, que aún puedan subsistir, de una vuelta a la fidelidad de los pactos y una inteligencia que nuestra conciencia pueda admitir. Secundando los ruegos de los reverendísimos miembros del episcopado, en adelante no nos cansaremos de ser el defensor —ante los dirigentes de vuestro pueblo— del derecho conculcado, y ello, sin preocuparnos del éxito o del fracaso inmediato, obedeciendo sólo a nuestra conciencia y a nuestro ministerio pastoral, y no cesaremos de oponernos a una mentalidad que intenta, con abierta u oculta violencia, sofocar el derecho garantizado por solemnes documentos.
8. Sin embargo, el fin de la presente carta, venerables hermanos, es otro. Como vosotros nos visitasteis amablemente durante nuestra enfermedad, así ahora nos dirigimos a vosotros, y por vuestro conducto, a los fieles católicos de Alemania, los cuales, como todos los hijos que sufren y son perseguidos, están muy cerca del corazón del Padre común. En esta hora en que su fe está siendo probada, como oro de ley, en el fuego de la tribulación y de la persecución, insidiosa o manifiesta, y en que están rodeados por mil formas de una opresión organizada de la libertad religiosa, viviendo angustiados por la imposibilidad de tener noticias fidedignas y de poder defenderse con medios normales, tienen un doble derecho a una palabra de verdad y de estímulo moral por parte de Aquel a cuyo primer predecesor dirigió el Salvador aquella palabra llena de significado: Yo he rogado por ti para que no desfallezca tu fe, y tú, una vez convertido, confirma a tus hermanos (Lc 22,32).
2. GENUINA FE EN DIOS
9. Y ante todo, venerables hermanos, cuidad que la fe en Dios, primer e insustituible fundamento de toda religión, permanezca pura e íntegra en las regiones alemanas. No puede tenerse por creyente en Dios el que emplea el nombre de Dios retóricamente, sino sólo el que une a esta venerada palabra una verdadera y digna noción de Dios.
10. Quien, con una confusión panteísta, identifica a Dios con el universo, materializando a Dios en el mundo o deificando al mundo en Dios, no pertenece a los verdaderos creyentes.
11. Ni tampoco lo es quien, siguiendo una pretendida concepción precristiana del antiguo germanismo, pone en lugar del Dios personal el hado sombrío e impersonal, negando la sabiduría divina y su providencia, la cual se extiende poderosa del uno al otro extremo (Sab 8,1) y lo dirige a buen fin. Ese hombre no puede pretender que sea contado entre los verdaderos creyentes.
12. Si la raza o el pueblo, si el Estado o una forma determinada del mismo, si los representantes del poder estatal u otros elementos fundamentales de la sociedad humana tienen en el orden natural un puesto esencial y digno de respeto, con todo, quien los arranca de esta escala de valores terrenales elevándolos a suprema norma de todo, aun de los valores religiosos, y, divinizándolos con culto idolátrico, pervierte y falsifica el orden creado e impuesto por Dios, está lejos de la verdadera fe y de una concepción de la vida conforme a esta.
13. Vigilad, venerables hermanos, con cuidado contra el abuso creciente, que se manifiesta en palabras y por escrito, de emplear el nombre tres veces santo de Dios como una etiqueta vacía de sentido para un producto más o menos arbitrario de una especulación o aspiración humana; y procurad que tal aberración halle entre vuestros fieles la vigilante repulsa que merece. Nuestro Dios es el Dios personal, trascendente, omnipotente, infinitamente perfecto, único en la trinidad de las personas y trino en la unidad de la esencia divina, creador del universo, señor, rey y último fin de la historia del mundo, el cual no admite, ni puede admitir, otras divinidades junto a sí.
14. Este Dios ha dado sus mandamientos de manera soberana, mandamientos independientes del tiempo y espacio, de región y raza. Como el sol de Dios brilla indistintamente sobre el género humano, así su ley no reconoce privilegios ni excepciones. Gobernantes y gobernados, coronados y no coronados, grandes y pequeños, ricos y pobres, dependen igualmente de su palabra. De la totalidad de sus derechos de Creador dimana esencialmente su exigencia de una obediencia absoluta por parte de los individuos y de toda la sociedad. Y esta exigencia de una obediencia absoluta se extiende a todas las esferas de la vida, en las que cuestiones de orden moral reclaman la conformidad con la ley divina y, por esto mismo, la armonía de los mudables ordenamientos humanos con el conjunto de los inmutables ordenamientos divinos.
15. Solamente espíritus superficiales pueden caer en el error de hablar de un Dios nacional, de una religión nacional, y emprender la loca tarea de aprisionar en los límites de un pueblo solo, en la estrechez étnica de una sola raza, a Dios, creador del mundo, rey y legislador de los pueblos, ante cuya grandeza las naciones son como gotas de agua en el caldero (Is 40, 5).
16. Los obispos de la Iglesia de Cristo encargados de las cosas que miran a Dios (Heb 5,1), deben vigilar para que no arraiguen entre los fieles esos perniciosos errores, a los que suelen seguir prácticas aun más perniciosas. Es propio de su sagrado ministerio hacer todo lo posible para que los mandamientos de Dios sean considerados y practicados como obligaciones inconcusas de una vida moral y ordenada, tanto privada como pública; para que los derechos de la majestad divina, el nombre y la palabra de Dios no sean profanados (cf. Tit 2,5); para que las blasfemias contra Dios en palabras, escritos e imágenes, numerosas a veces como la arena del mar, sean reducidas a silencio, y para que frente al espíritu tenaz e insidioso de los que niegan, ultrajan y odian a Dios, no languidezca nunca la plegaria reparadora de los fieles, que, como el incienso, suba continuamente al Altísimo, deteniendo su mano vengadora.
17. Nos os damos gracias, venerables hermanos, a vosotros, a vuestros sacerdotes y a todos los fieles que, defendiendo los derechos de la Divina Majestad contra un provocador neopaganismo, apoyado, desgraciadamente con frecuencia, por personalidades influyentes, habéis cumplido y cumplís vuestro deber de cristianos. Esta gratitud es particularmente íntima y llena de reconocida admiración para todos los que en el cumplimiento de este su deber se han hecho dignos de sufrir por la causa de Dios sacrificios y dolores.
3. GENUINA FE EN JESUCRISTO
18. La fe en Dios no se mantendrá por mucho tiempo pura e incontaminada si no se apoya en la fe de Jesucristo. Nadie conoce al Hijo sino el Padre, y nadie conoce al Padre sino el Hijo y aquel a quien el Hijo quisiere revelárselo (Lc 10,22). Esta es la vida eterna, que te reconozcan a ti, único Dios verdadero, y a tu enviado, Jesucristo (Jn 17,3). A nadie, por lo tanto, es lícito decir: Yo creo en Dios, y esto es suficiente para mi religión. La palabra del Salvador no deja lugar a tales escapatorias: El que niega al Hijo tampoco tiene al Padre; el que confiesa al Hijo tiene también al Padre (1Jn 2,23).
19. En Jesucristo, Hijo encarnado de Dios, apareció la plenitud de la revelación divina: Muchas veces y en muchas maneras habló Dios en otro tiempo a nuestros padres por ministerio de los profetas; últimamente, en estos días, nos habló por su Hijo (Heb 1,1-2). Los libros santos del Antiguo Testamento son todos palabra de Dios, parte sustancial de su revelación. Conforme al desarrollo gradual de la revelación, en ellos aparece el crepúsculo del tiempo que debía preparar el pleno mediodía de la Redención. En algunas partes se habla de la imperfección humana, de su debilidad y del pecado, como no puede suceder de otro modo cuando se trata de libros de historia y legislación. Aparte de otros innumerables rasgos de grandeza y de nobleza, hablan de la tendencia superficial y materialista que se manifestaba reiteradamente a intervalos en el pueblo de la Antigua Alianza, depositario de la revelación y de las promesas de Dios. Pero cualquiera que no esté cegado por el prejuicio o por la pasión no puede menos de notar que lo que más luminosamente resplandece, a pesar de la debilidad humana de que habla la historia bíblica, es la luz divina del camino de la salvación, que triunfa al fin sobre todas las debilidades y pecados. Y precisamente sobre este fondo, con frecuencia sombrío, la pedagogía de la salvación eterna se ensancha en perspectivas, las cuales a un tiempo dirigen, amonestan, sacuden, consuelan y hacen felices. Sólo la ceguera y el orgullo pueden hacer cerrar los ojos ante los tesoros de saludables enseñanzas encerrados en el Antiguo Testamento. Por eso, el que pretende desterrar de la Iglesia y de la escuela la historia bíblica y las sabias enseñanzas del Antiguo Testamento, blasfema la palabra de Dios, blasfema el plan de la salvación dispuesto por el Omnipotente y erige en juez de los planes divinos un angosto y mezquino pensar humano. Ese tal niega la fe en Jesucristo, nacido en la realidad de su carne, el cual tomó la naturaleza humana de un pueblo que más tarde había de crucificarle. No comprende nada del drama mundial del Hijo de Dios, el cual al crimen de quienes le crucificaban opuso, en calidad de Sumo Sacerdote, la acción divina de la muerte redentora, dando de esta forma al Antiguo Testamento su cumplimiento, su fin y su sublimación en el Nuevo Testamento.
20. La revelación, que culminó en el Evangelio de Jesucristo, es definitiva y obligatoria para siempre, no admite complementos de origen humano, y mucho menos sucesiones o sustituciones por revelaciones arbitrarias, que algunos corifeos modernos querrían hacer derivar del llamado mito de la sangre y de la raza. Desde que Cristo, el Ungido del Señor, consumó la obra de la redención, quebrantando el dominio del pecado y mereciéndonos la gracia de llegar a ser hijos de Dios, desde aquel momento no se ha dado a los hombres ningún otro nombre bajo el cielo, para conseguir la bienaventuranza, sino el nombre de Jesucristo (Hech 4,12). Por más que un hombre encarnara en sí toda la sabiduría, todo el poder y toda la pujanza material de la tierra, no podría asentar fundamento diverso del que Cristo ha puesto (1Cor 3,11). En consecuencia, aquel que con sacrílego desconocimiento de la diferencia esencial entre Dios y la criatura, entre el Hombre-Dios y el simple hombre, osase poner al nivel de Cristo, o peor aún, sobre El o contra El, a un simple mortal, aunque fuese el más grande de todos los tiempos, sepa que es un profeta de fantasías a quien se aplica espantosamente la palabra de la Escritura: El que mora en los cielos se burla de ellos (Sal 2,4).
4. GENUINA FE EN LA IGLESIA
21. La fe en Jesucristo no permanecerá pura e incontaminada si no está sostenida y defendida por la fe en la Iglesia, columna y fundamento de la verdad (1Tim 3,15). Cristo mismo, Dios eternamente bendito, ha erigido esta columna de la fe; su mandato de escuchar a la Iglesia (cf. Mt 18,17) y recibir por las palabras y los mandatos de la Iglesia sus mismas palabras y sus mismos mandatos (cf. Lc 10,16), tiene valor para todos los hombres de todos los tiempos y de todas las regiones. La Iglesia, fundada por el Salvador, es única para todos los pueblos y para todas las naciones: y bajo su bóveda, que cobija, como el firmamento, al universo entero, hallan puesto y asilo todos los pueblos y todas las lenguas, y pueden desarrollarse todas las propiedades, cualidades, misiones y cometidos, que han sido señalados por Dios creador y salvador a los individuos y a las sociedades humanas. El corazón materno de la Iglesia es tan generoso, que ve en el desarrollo de tales peculiaridades y cometidos particulares, conforme al querer de Dios, la riqueza de la variedad, más bien que el peligro de escisiones: se goza con el elevado nivel espiritual de los individuos y de los pueblos, descubre con alegría y santo orgullo materno en sus genuinas actuaciones los frutos de educación y de progreso, que bendice y promueve siempre que lo puede hacer en conciencia. Pero sabe también que a esta libertad le han sido señalados límites por disposición de la Divina Majestad, que ha querido y ha fundado esta Iglesia como unidad inseparable en sus partes esenciales. El que atenta contra esta intangible unidad, quita a la esposa de Cristo una de las diademas con que Dios mismo la ha coronado; somete el edificio divino, que descansa en cimientos eternos, a la revisión y a la transformación por parte de arquitectos a quienes el Padre celestial no ha concedido poder alguno.
22. La divina misión que la Iglesia cumple entre los hombres y debe cumplir por medio de hombres, puede ser dolorosamente oscurecida por el elemento humano, quizás demasiado humano que en determinados tiempos vuelve a retoñar, como la cizaña en medio del trigo del reino de Dios. El que conozca la frase del Salvador acerca de los escándalos y de quienes los dan, sabe cómo la Iglesia y cada individuo deben juzgar sobre lo que fue y es pecado. Pero quien, fundándose en estos lamentables desacuerdos entre la fe y la vida, entre las palabras y los actos, entre la conducta exterior y los pensamientos interiores de algunos —aunque éstos fuesen muchos—, echa en olvido o conscientemente pasa en silencio la enorme suma de genuina actividad para llegar a la virtud, el espíritu de sacrificio, el amor fraternal, el heroísmo de santidad, en tantos miembros de la Iglesia, manifiesta una ceguera injusta y reprobable. Y cuando luego se ve que la rígida medida con que juzga a la odiada Iglesia se deja al margen cuando se trata de otras sociedades que le son cercanas por sentimiento o interés, entonces se evidencia que, al mostrarse lastimado en su pretencioso sentido de pureza, se revela semejante a aquellos que, según la tajante frase del Salvador, ven la paja en el ojo ajeno y no se dan cuenta la viga en el propio. También es menos pura la intención de aquellos que ponen por fin de su vocación lo que hay de humano en la Iglesia, hasta hacer quizás de ello un negocio bastardo, y si bien la potestad de quien está investido de la dignidad eclesiástica, fundada en Dios, no depende de su nivel humano y moral, sin embargo, no hay época alguna, ni individuo, ni sociedad que no deba examinar sinceramente su conciencia, purificarse inexorablemente, renovarse profundamente en el sentir y en el obrar. En nuestra encíclica sobre el sacerdocio y en la de la Acción Católica hemos llamado insistentemente la atención de todos los pertenecientes a la Iglesia, y particularmente la de los eclesiásticos, religiosos y seglares, que colaboran en el apostolado, sobre el sagrado deber de poner su fe y su conducta en aquella armonía exigida por la ley de Dios y reclamada con incansable insistencia por la Iglesia. También hoy Nos repetimos con gravedad profunda: No basta ser contados en la Iglesia de Cristo, es preciso ser en espíritu y en verdad miembros vivos de esta Iglesia. Y lo son solamente los que están en gracia de Dios y caminan continuamente en su presencia, o por la inocencia o por la penitencia sincera y eficaz. Si el Apóstol de las Gentes, el vaso de elección, sujetaba su cuerpo al látigo de la mortificación, no fuera que, después de haber predicado a los otros (cf 1Cor 9,27), fuese él reprobado, ¿habrá, por ventura, para aquellos en cuyas manos está la custodia y el incremento del reino de Dios, otro camino que el de la íntima unión del apostolado con la santificación propia? Sólo así se demostrará a los hombres de hoy, y en primer lugar a los detractores de la Iglesia, que la sal de la tierra y la levadura del cristianismo no se ha vuelto ineficaz, sino que es poderosa y capaz de renovar espiritualmente y rejuvenecer a los que están en la duda y en el error, en la indiferencia y en el descarrío espiritual, en la relajación de la fe y en el alejamiento de Dios, de quien ellos —lo admitan o lo nieguen— están más necesitados que nunca. Una cristiandad en la que todos los miembros vigilen sobre sí mismos, que deseche toda tendencia a lo puramente exterior y mundano, que se atenga seriamente a los preceptos de Dios y de la Iglesia y se mantenga, por consiguiente, en el amor de Dios y en la solícita caridad para el prójimo, podrá y deberá ser ejemplo y guía para el mundo profundamente enfermo, que busca sostén y dirección, si es que no se quiere que sobrevenga una enorme catástrofe o una decadencia indescriptible.
23. Toda reforma genuina y duradera ha tenido propiamente su origen en el santuario, en hombres inflamados e impulsados por amor de Dios y del prójimo, los cuales, gracias a su gran generosidad en corresponder a cualquier inspiración de Dios y a ponerla en práctica ante todo en sí mismos, profundizando en humildad y con la seguridad de quien es llamado por Dios, llegaron a iluminar y renovar su época. Donde el celo de reformas no derivó de la pura fuente de la integridad personal, sino que fue efecto de la explosión de impulsos pasionales, en vez de iluminar oscureció, en vez de construir destruyó, y fue frecuentemente punto de partida para errores todavía más funestos que los daños que se quería o se pretendía remediar. Es cierto que el espíritu de Dios sopla donde quiere (Jn 3,8), de las piedras puede suscitar los cumplidores de sus designios (cf. Mt 3,9; Lc 3,8), y escoge los instrumentos de su voluntad según sus planes, no según los de los hombres. Pero El, que ha fundado la Iglesia y la llamó a la vida en Pentecostés, no quiebra la estructura fundamental de la salvadora institución por El mismo querida. Quien está movido por el espíritu de Dios observa, por esto mismo, una actitud exterior e interior de respeto hacia la Iglesia, noble fruto del árbol de la Cruz, don del Espíritu Santo en Pentecostés al mundo necesitado de guía.
24.. En vuestras regiones, venerables hermanos, se alzan voces, en coro cada vez más fuerte, que incitan a salir de la Iglesia; y entre los voceadores hay algunos que, por su posición oficial, intentan producir la impresión de que tal alejamiento de la Iglesia, y consiguientemente la infidelidad a Cristo Rey, es testimonio particularmente convincente y meritorio de su fidelidad al actual régimen. Con presiones ocultas y manifiestas, con intimidaciones, con perspectivas de ventajas económicas, profesionales, cívicas o de otro género, la adhesión de los católicos a su fe —y singularmente la de algunas clases de funcionarios católicos— se halla sometida a una violencia tan ilegal como inhumana. Nos, con paterna emoción, sentimos y sufrimos profundamente con los que han pagado a tan caro precio su adhesión a Cristo y a la Iglesia; pero se ha llegado ya a tal punto, que está en juego el último fin y el más alto, la salvación, o la condenación; y en este caso, como único camino de salvación para el creyente, queda la senda de un generoso heroísmo. Cuando el tentador o el opresor se le acerque con las traidoras insinuaciones de que salga de la Iglesia, entonces no habrá más remedio que oponerle, aun a precio de los más graves sacrificios terrenos, la palabra del Salvador: Apártate de mí, Satanás, porque está escrito: al Señor tu Dios adorarás y a El sólo darás culto (Mt 4,10; Lc 4,8). A la Iglesia, por el contrario, deberá dirigirle estas palabras: ¡Oh tú, que eres mi madre desde los días de mi infancia primera, mi fortaleza en la vida, mi abogada en la muerte, que la lengua se me pegue al paladar si yo, cediendo a terrenas lisonjas o amenazas, llegase a traicionar las promesas de mi bautismo! Finalmente, aquellos que se hicieron la ilusión de poder conciliar con el abandono exterior de la Iglesia la fidelidad interior a ella, adviertan la severa palabra del Señor: El que me negare delante de los hombres, será negado ante los ángeles de Dios (Lc 12,9).
5. GENUINA FE EN EL PRIMADO
25. La fe en la Iglesia no se mantendrá pura e incontaminada si no está apoyada por la fe en el primado del obispo de Roma. En el mismo momento en que Pedro, adelantándose a los demás apóstoles y discípulos, profesó su fe en Cristo, Hijo de Dios vivo, la respuesta de Cristo, que le premiaba por su fe y por haberla profesado, fue el anuncio de la fundación de su Iglesia, de la única Iglesia, sobre  la roca de Pedro (Mt 1,18). Por esto la fe en Cristo, en la Iglesia y en el Primado, están en sagrada trabazón de mutua dependencia. Una autoridad genuina y legal es en todas partes un vínculo de unidad y un manantial de fuerza, una defensa contra la división y la ruina, una garantía para el porvenir. Y esto se verifica en un sentido más alto y noble donde, como en el caso de la Iglesia, y sólo en la Iglesia, a tal autoridad se le ha prometido la asistencia sobrenatural del Espíritu Santo y su apoyo invencible. Si personas, que ni siquiera están unidas por la fe de Cristo, os atraen y lisonjean con la seductora imagen de una iglesia nacional alemana, sabed que esto no es otra cosa que renegar de la única Iglesia de Cristo, una apostasía manifiesta del mandato de Cristo de evangelizar a todo el mundo, lo que sólo puede llevar a la práctica una Iglesia universal. El desarrollo histórico de otras iglesias nacionales, su entumecimiento espiritual, su opresión y servidumbre por parte de los poderes laicos, muestran la desoladora esterilidad, que denuncia con irremediable certeza ser un sarmiento desgajado de la cepa vital de la Iglesia. Quien, ya desde el principio, opone a estos erróneos desarrollos un no vigilante e inconmovible, presta un servicio no solamente a la pureza de la fe, sino también a la salud y fuerza vital de su pueblo.
6. NINGUNA ADULTERACIÓN
DE NOCIONES Y TÉRMINOS SAGRADOS
26. Venerables hermanos, ejerced particular vigilancia cuando conceptos religiosos fundamentales son vaciados de su contenido genuino y son aplicados a significados profanos.
27. Revelación, en sentido cristiano, significa la palabra de Dios a los hombres. Usar este término para indicar las sugestiones que provienen de la sangre y de la raza o la irradiaciones de la historia de un pueblo es, en todo caso, causar desorientaciones. Estas monedas falsas no merecen pasar al tesoro lingüístico de un fiel cristiano.
28. La fe consiste en tener por verdadero lo que Dios ha revelado y que por medio de la Iglesia manda creer: es demostración de las cosas que vemos (Heb 11,1). La confianza, risueña y altiva, sobre el porvenir del propio pueblo, cosa grata a todos, significa algo bien distinto de la fe en sentido religioso. El usar una por otra, el querer sustituir la una por la otra y pretender con esto ser considerado como «creyente» por un cristiano convencido, es un mero juego de palabras, una confusión de términos a sabiendas, o incluso algo peor.
29. La inmortalidad, en sentido cristiano, es la sobrevivencia del hombre después de la muerte terrena, como individuo personal, para la eterna recompensa o para el eterno castigo. Quien con la palabra inmortalidad no quiere expresar más que una supervivencia colectiva en la continuidad del propio pueblo, para un porvenir de indeterminada duración en este mundo, pervierte y falsifica una de las verdades fundamentales de la fe cristiana y conmueve los cimientos de cualquier concepción religiosa, la cual requiere un ordenamiento moral universal. Quien no quiere ser cristiano debería al menos renunciar a enriquecer el léxico de su incredulidad con el patrimonio lingüístico cristiano.
30. El pecado original es la culpa hereditaria, propia, aunque no personal, de cada uno de los hijos de Adán, que en él pecaron (cf. Rom 5,12); es pérdida de la gracia —y, consiguientemente, de la vida eterna— con la propensión al mal, que cada cual ha de sofocar por medio de la gracia, de la penitencia, de la lucha y del esfuerzo moral. La pasión y muerte del Hijo de Dios redimió al mundo de la maldita herencia del pecado y de la muerte. La fe en estas verdades, hechas hoy objeto de vil escarnio por parte de los enemigos de Cristo en vuestra patria, pertenece al inalienable depósito de la religión cristiana.
31. La cruz de Cristo, aunque que su solo nombre haya llegado a ser para muchos locura y escándalo (cf 1Cor 1,23), sigue siendo para el cristiano la señal sacrosanta de la redención, la bandera de la grandeza y de la fuerza moral. A su sombra vivimos, besándola morimos; sobre nuestro sepulcro estará como pregonera de nuestra fe, testigo de nuestra esperanza, aspiración hacia la vida eterna.
32. La humildad en el espíritu del Evangelio y la impetración del auxilio divino se compaginan bien con la propia dignidad, con la seguridad de sí mismo y con el heroísmo. La Iglesia de Cristo, que en todos los tiempos, hasta en los más cercanos a nosotros, cuenta más confesores y heroicos mártires que cualquier otra sociedad moral, no necesita, ciertamente, recibir de algunos campos enseñanzas sobre el heroísmo de los sentimientos y de los actos. En su necio afán de ridiculizar la humildad cristiana como una degradación de sí mismo y como una actitud cobarde, la repugnante soberbia de estos innovadores no consigue más que hacerse ella misma ridícula.
33. Gracia, en sentido lato, puede llamarse todo lo que el Creador otorga a la criatura. Pero la gracia, en el propio sentido cristiano de la palabra, comprende solamente los dones gratuitos sobrenaturales del amor divino, la dignación y la obra por la que Dios eleva al hombre a aquella íntima comunicación de su vida, que en el Nuevo Testamento se llama filiación de Dios. Ved qué amor nos ha mostrado el Padre: que seamos llamados hijos de Dios, y lo seamos en realidad (1Jn 3,1). Rechazar esta elevación sobrenatural a la gracia por una pretendida peculiaridad del carácter alemán, es un error, una abierta declaración de guerra a una verdad fundamental del cristianismo. Equiparar la gracia sobrenatural a los dones de la naturaleza equivale a violentar el lenguaje creado y santificado por la religión. Los pastores y guardianes del pueblo de Dios harán bien en oponerse a este hurto sacrílego y a este empeño por confundir los espíritus.
7. DOCTRINA Y ORDEN MORAL
34. Sobre la fe en Dios, genuina y pura, se funda la moralidad del género humano. Todos los intentos de separar la doctrina del orden moral de la base granítica de la fe, para reconstruirla sobre la arena movediza de normas humanas, conducen, pronto o tarde, a los individuos y a las naciones a la decadencia moral. El necio que dice en su corazón: No hay Dios, se encamina a la corrupción moral (Sal 13[14],1). Y estos necios, que presumen separar la moral de la religión, constituyen hoy legión. No se percatan, o no quieren percatarse, de que, el desterrar de las escuelas y de la educación la enseñanza confesional, o sea, la noción clara y precisa del cristianismo, impidiéndola contribuir a la formación de la sociedad y de la vida pública, es caminar al empobrecimiento y decadencia moral. Ningún poder coercitivo del Estado, ningún ideal puramente terreno, por grande y noble que en sí sea, podrá sustituir por mucho tiempo a los estímulos tan profundos y decisivos que provienen de la fe en Dios y en Jesucristo. Si al que es llamado a las empresas más arduas, al sacrificio de su pequeño yo en bien de la comunidad, se le quita el apoyo moral que le viene de lo eterno y de lo divino, de la fe ennoblecedora y consoladora en Aquel que premia todo bien y castiga todo mal, el resultado final para innumerables hombres no será ya la adhesión al deber, sino más bien la deserción. La observancia concienzuda de los diez mandamientos de la ley de Dios y de los preceptos de la Iglesia —estos últimos, en definitiva, no son sino disposiciones derivadas de las normas del Evangelio—, es para todo individuo una incomparable escuela de disciplina orgánica, de vigorización moral y de formación del carácter. Es una escuela que exige mucho, pero no más de lo que podemos. Dios misericordioso, cuando ordena como legislador: «Tú debes», da con su gracia la posibilidad de ejecutar su mandato. El dejar, por consiguiente, inutilizadas las energías morales de tan poderosa eficacia o el obstruirles a sabiendas el camino en el campo de la instrucción popular, es obra de irresponsables, que tiende a producir una depauperación religiosa en el pueblo. El solidarizar la doctrina moral con opiniones humanas, subjetivas y mudables en el tiempo, en lugar de cimentarla en la santa voluntad de Dios eterno y en sus mandamientos, equivale a abrir de par en par las puertas a las fuerzas disolventes. Por lo tanto, fomentar el abandono de las normas eternas de una doctrina moral objetiva, para la formación de las conciencias y para el ennoblecimiento de la vida en todos sus planos y ordenamientos, es un atentado criminal contra el porvenir del pueblo, cuyos tristes frutos serán muy amargos para las generaciones futuras.
8. RECONOCIMIENTO DEL DERECHO NATURAL
35. Es una nefasta característica del tiempo presente querer desgajar no solamente la doctrina moral, sino los mismos fundamentos del derecho y de su aplicación, de la verdadera fe en Dios y de las normas de la relación divina. Fíjase aquí nuestro pensamiento en lo que se suele llamar derecho natural, impreso por el dedo mismo del Creador en las tablas del corazón humano (cf. Rom 2,14-15), y que la sana razón humana no obscurecida por pecados y pasiones es capaz de descubrir. A la luz de las normas de este derecho natural puede ser valorado todo derecho positivo, cualquiera que sea el legislador, en su contenido ético y, consiguientemente, en la legitimidad del mandato y en la obligación que implica de cumplirlo. Las leyes humanas, que están en oposición insoluble con el derecho natura, adolecen de un vicio original, que no puede subsanarse ni con las opresiones ni con el aparato de la fuerza externa. Según este criterio, se ha de juzgar el principio: «Derecho es lo que es útil a la nación». Cierto que a este principio se le puede dar un sentido justo si se entiende que lo moralmente ilícito no puede ser jamás verdaderamente ventajoso al pueblo. Hasta el antiguo paganismo reconoció que, para ser justa, esta frase debía ser cambiada y decir: «Nada hay que sea ventajoso si no es al mismo tiempo moralmente bueno; y no por ser ventajoso es moralmente bueno, sino que por ser moralmente bueno es también ventajoso [Cicerón, De officiis III, 30). Este principio, desvinculado de la ley ética, equivaldría, por lo que respecta a la vida internacional, a un eterno estado de guerra entre las naciones; además, en la vida nacional, pasa por alto, al confundir el interés y el derecho, el hecho fundamental de que el hombre como persona tiene derechos recibidos de Dios, que han de ser defendidos contra cualquier atentado de la comunidad que pretendiese negarlos, abolirlos o impedir su ejercicio. Despreciando esta verdad se pierde de vista que, en último término, el verdadero bien común se determina y se conoce mediante la naturaleza del hombre con su armónico equilibrio entre derecho personal y vínculo social, como también por el fin de la sociedad, determinado por la misma naturaleza humana. El Creador quiere la sociedad como medio para el pleno desenvolvimiento de las facultades individuales y sociales, del cual medio tiene que valerse el hombre, ora dando, ora recibiendo, para el bien propio y el de los demás. Hasta aquellos valores más universales y más altos que solamente pueden ser realizados por la sociedad, no por el individuo, tienen, por voluntad del Creador, como fin último el hombre, así como su desarrollo y perfección natural y sobrenatural. El que se aparte de este orden conmueve los pilares en que se asienta la sociedad y pone en peligro la tranquilidad, la seguridad y la existencia de la misma.
36. El creyente tiene un derecho inalienable a profesar su fe y a practicarla en la forma más conveniente a aquélla. Las leyes que suprimen o dificultan la profesión y la práctica de esta fe están en oposición con el derecho natural.
37. Los padres, conscientes y conocedores de su misión educadora, tienen, antes que nadie, derecho esencial a la educación de los hijos, que Dios les ha dado, según el espíritu de la verdadera fe y en consecuencia con sus principios y sus prescripciones. Las leyes y demás disposiciones semejantes que no tengan en cuenta la voluntad de los padres en la cuestión escolar, o la hagan ineficaz con amenazas o con la violencia, están en contradicción con el derecho natural y son íntima y esencialmente inmorales.
38. La Iglesia, que tiene como misión guardar e interpretar el derecho natural, divino en su origen, tiene el deber de declarar que son efecto de la violencia, y, por lo tanto, sin valor jurídico alguno, las inscripciones escolares hechas en un pasado reciente en una atmósfera de notoria carencia de libertad.
9. A LA JUVENTUD
39. Representantes de Aquel que en el Evangelio dijo a un joven: Si quieres entrar en la vida eterna, guarda los mandamientos (Mt 19,17), Nos dirigimos una palabra particularmente paternal a la juventud.
40. Por mil voces se os repite al oído un Evangelio que no ha sido revelado por el Padre celestial; miles de plumas escriben al servicio de una sombra de cristianismo, que no es el cristianismo de Cristo. La prensa y la radio os inundan a diario con producciones de contenido opuesto a la fe y a la Iglesia y, sin consideración y respeto alguno, atacan lo que para vosotros debe ser sagrado y santo.
41. Sabemos que muchísimos de vosotros, por ser fieles a la fe y a la Iglesia y por pertenecer a asociaciones religiosas, tuteladas por el Concordato, habéis tenido y tenéis que soportar trances duros de desprecio, de sospechas, de vituperios, acusados de antipatriotismo, perjudicados en vuestra vida profesional y social. Y bien sabemos que se cuentan en vuestras filas muchos desconocidos soldados de Cristo que, con el corazón dolorido, pero con la frente erguida, sobrellevan su suerte y buscan alivio solamente en la consideración de que sufren afrentas por el nombre de Jesús (cf Hech 5,41).
42. Y hoy, cuando amenazan nuevos peligros y nuevas tensiones, Nos decimos a esta juventud: «Si alguno os quisiere anunciar un Evangelio distinto del que recibisteis» sobre el regazo de una madre piadosa, de los labios de un padre creyente, por las instrucciones de un educador fiel a Dios y a su Iglesia, ese tal sea anatema (Gál 1,9). Si el Estado organiza a la juventud en asociación nacional obligatoria para todos, en ese caso, dejando a salvo siempre los derechos de las asociaciones religiosas, los jóvenes tienen el derecho obvio e inalienable, y con ellos sus padres, responsables de ellos ante Dios, de exigir que esta asociación esté libre de toda tendencia hostil a la fe cristiana y a la Iglesia; tendencia que hasta un pasado muy reciente y aun hasta el presente angustia a los padres creyentes con un insoluble conflicto de conciencia, por cuanto no pueden dar al Estado lo que se les pide en nombre del Estado, sin quitar a Dios lo que a Dios pertenece.
43. Nadie piensa en poner tropiezos a la juventud alemana en el camino que debiera conducirla a la realización de una verdadera unidad nacional y a fomentar un noble amor por la libertad y una inquebrantable devoción a la patria. A lo que Nos nos oponemos y nos debemos oponer es al antagonismo voluntaria y sistemáticamente suscitado entre las preocupaciones de la educación nacional y de las propias del deber religioso. Por esto, Nos decimos a esta juventud: Cantad vuestros himnos de libertad, mas no olvidéis que la verdadera libertad es la libertad de los hijos de Dios. No permitáis que la nobleza de esta insustituible libertad desaparezca en los grilletes serviles del pecado y de la concupiscencia. No es lícito a quien canta el himno de la fidelidad a la patria terrena convertirse en tránsfuga y traidor con la infidelidad a su Dios, a su Iglesia y a su patria eterna. Os hablan mucho de grandeza heroica, contraponiéndola osada y falsamente a la humildad y a la paciencia evangélica, pero ¿por qué os ocultan que se da también un heroísmo en la lucha moral, y que la conservación de la pureza bautismal representa una acción heroica, que debería ser apreciada como merece, tanto en el campo religioso como en el natural? Os hablan de las fragilidades humanas en la historia de la Iglesia, pero ¿por qué os ocultan las grandes gestas que la acompañan a lo largo de los siglos, los santos que ha producido, los beneficios que la civilización occidental recibió de la unión vital entre la Iglesia y vuestro pueblo? Os hablan mucho de ejercicios deportivos, los cuales, si se usan en una bien entendida medida, dan gallardía física, que es un beneficio para la juventud. Pero hoy se les señala, con frecuencia, una extensión que no tiene en cuenta ni la formación integral y armónica del cuerpo y del espíritu, ni el conveniente cuidado de la vida de familia, ni el mandamiento de santificar el día del Señor. Con una indiferencia rayana en el desprecio, se despoja al día del Señor de su carácter sagrado y de su recogimiento que corresponde a la mejor tradición alemana. Esperamos confiados que los jóvenes alemanes católicos reivindicarán explícitamente, en el difícil ambiente de las organizaciones obligatorias del Estado, su derecho a santificar cristianamente el día del Señor; que el cuidado de robustecer el cuerpo no les hará olvidar su alma inmortal; que no se dejarán vencer por el mal, sino que más bien procurarán ahogar el mal con el bien (Rom 12,21); que seguirán considerando como meta altísima suya la corona de la victoria en el estadio de la vida eterna (1Cor 9,24-25).
10. SACERDOTES Y RELIGIOSOS
44. Dirigimos una palabra de particular gratitud y de exhortación a los sacerdotes de Alemania, a los cuales, con sumisión a sus Obispos, corresponde mostrar a la grey de Cristo los rectos senderos, en tiempos difíciles y en circunstancias duras, con la solicitud diaria, con la paciencia apostólica. No os canséis, amados hijos y partícipes de los divinos misterios, de seguir al eterno Sumo Sacerdote Jesucristo en su amor y oficio de buen samaritano. Caminad de continuo en una conducta inmaculada ante Dios, en una incesante autodisciplina y perfeccionamiento, en un amor misericordioso para todos los que os han sido confiados, especialmente para con los que peligran, los débiles y los vacilantes. Sed guías para los fieles, apoyo para los que titubean, maestros para los que dudan, consoladores para los afligidos, bienhechores desinteresados y consejeros para todos. Las pruebas y los sufrimientos por que ha pasado vuestro pueblo en el periodo de la posguerra, no pasaron sin dejar huellas en su alma. Os han dejado angustias y amarguras, que sólo paulatinamente podrán curarse y ser superadas por un espíritu de amor desinteresado y operante. Este amor, que es la armadura indispensable al apóstol, especialmente en el mundo presente, agitado y trastornado, Nos lo deseamos y lo imploramos de Dios para vosotros en medida copiosa. El amor apostólico, si no logra haceros olvidar, por lo menos os hará perdonar muchas amarguras inmerecidas que, en vuestro camino de sacerdotes y de pastores de almas, son hoy más numerosas que nunca. Por lo demás, este amor inteligente y misericordioso para con los descarriados y para con los mismos que os ultrajan no significa, ni en manera alguna puede significar, renuncia a proclamar, a hacer valer y a defender con valentía la verdad, y a aplicarla a la realidad que os rodea. El primero y más obvio don amoroso del sacerdote al mundo es servirle la verdad, la verdad toda entera; desenmascarar y refutar el error, cualquiera que sea su forma o su disfraz. La renuncia a esto sería no solamente una traición a Dios y a vuestra santa vocación, sino un delito en lo tocante al verdadero bienestar de vuestro pueblo y de vuestra patria. A todos aquellos, que han conservado para con sus obispos la fidelidad prometida en la ordenación, a aquellos que en el cumplimiento de su oficio pastoral han tenido y tienen que soportar dolores y persecuciones —algunos hasta ser encarcelados o mandados a campos de concentración—, a todos ellos llegue la expresión de la gratitud y el encomio del Padre de la Cristiandad.
45. Y Nuestra gratitud paterna se extiende igualmente a los religiosos de ambos sexos; una gratitud unida a una participación íntima por el hecho de que, a consecuencia de medidas contra las Ordenes y Congregaciones religiosas, muchos han sido arrancados del campo de una actividad bendita y para ellos gratísima. Si algunos han sucumbido y se han mostrado indignos de su vocación, sus yerros, condenados también por la Iglesia, no disminuyen el mérito de la grandísima mayoría que con desinterés y pobreza voluntaria se han esforzado por servir con plena entrega a su Dios y a su pueblo. El celo, la fidelidad, el esfuerzo en perfeccionarse, la solícita caridad para con el prójimo y la prontitud bienhechora de aquellos religiosos cuya actividad se desenvuelve en los cuidados pastorales, en los hospitales y en la escuela, son y siguen siendo gloriosa aportación al bienestar privado y público; un futuro tiempo más tranquilo les hará justicia más que el turbulento que atravesamos. Nos tenemos confianza de que los superiores de las comunidades religiosas tomarán pie de las dificultades y pruebas presentes para implorar del Omnipotente nueva lozanía y nueva fertilidad sobre el duro campo de su trabajo por medio de un redoblado celo, de una vida espiritual profunda, de una santa gravedad conforme a su vocación y de una genuina disciplina regular.
11. A LOS FIELES SEGLARES
46. Se ofrecen a nuestra vista, en inmenso desfile, nuestros amados hijos e hijas, a quienes los sufrimientos de la Iglesia en Alemania y los suyos nada han quitado de su entrega a la causa de Dios, nada de su tierno afecto hacia el Padre de la Cristiandad, nada de su obediencia a los obispos y sacerdotes, nada de su alegre prontitud en permanecer en lo sucesivo, pase lo que pase, fieles a lo que han creído y a lo que han recibido como preciosa herencia de sus antepasados. Con corazón conmovido les enviamos nuestro paternal saludo.
47. Y en prime lugar, a los miembros de las asociaciones católicas, que con valentía y a costa de sacrificios, a menudo dolorosos, se han mantenido fieles a Cristo y no han estado jamás dispuestos a ceder en aquellos derechos que un solemne pacto había auténticamente garantizado a la Iglesia y a ellos.
48. Un saludo particularmente cordial va también a los padres católicos. Sus derechos y sus deberes en la educación de los hijos que Dios les ha dado están en el punto agudo de una lucha tal que no se puede imaginar otra mayor. La Iglesia de Cristo no puede comenzar a gemir y a lamentarse solamente cuando se destruyen los altares y manos sacrílegas incendian los santuarios. Cuando se intenta profanar, con una educación anticristiana, el tabernáculo del alma del niño, santificada por el bautismo; cuando se arranca de este templo vivo de Dios la antorcha de la fe y en su lugar se coloca la falsa luz de un sustitutivo de la fe, que no tiene nada que ver con la fe de la cruz, entonces ya está inminente la profanación espiritual del templo, y es deber de todo creyente separar claramente su responsabilidad de la parte contraria, y su conciencia de toda pecaminosa colaboración en tan nefasta destrucción. Y cuanto más se esfuercen los enemigos en negar o disimular sus turbios designios, tanto más necesaria es una avisada desconfianza y una vigilancia precavida, estimulada por una amarga experiencia. La conservación meramente formularia de una instrucción religiosa —por otra parte controlada y sojuzgada por gente incompetente— en el ambiente de una escuela que en otros ramos de la instrucción trabaja sistemática y rencorosamente contra la misma religión, no puede nunca ser título justificativo para que un cristiano consienta libremente en tal clase de escuela, destructora para la religión. Sabemos, queridos padres católicos, que no es el caso de hablar, con respecto a vosotros, de un semejante consentimiento, y sabemos que una votación libre y secreta entre vosotros equivaldría a un aplastante plebiscito en favor de la escuela confesional. Y por esto no nos cansaremos tampoco en lo futuro de echar en cara francamente a las autoridades responsables la ilegalidad de las medidas violentas que hasta ahora se han tomado, y el deber que tienen de permitir la libre manifestación de la voluntad. Entretanto, no os olvidéis de esto: ningún poder terreno puede eximiros del vínculo de responsabilidad, impuesto por Dios, que os une con vuestros hijos. Ninguno de los que hoy oprimen vuestro derecho a la educación y pretenden sustituiros en vuestros deberes de educadores podrá responder por vosotros al Juez eterno, cuando le dirija la pregunta: ¿Dónde están los que yo te di? Que cada uno de vosotros pueda responder: No he perdido a ninguno de los que me diste (Jn 18,9).
49. Venerables hermanos, estamos ciertos de que las palabras que Nos os dirigimos, y por vuestro conducto a los católicos del Reich alemán, encontrarán, en esta hora decisiva, en el corazón y en las acciones de nuestros fieles hijos un eco correspondiente a la solicitud amorosa del Padre común. Si hay algo que Nos imploramos del Señor con particular fervor, es que nuestras palabras lleguen también a los oídos y al corazón de aquellos que han empezado a dejarse prender por las lisonjas y por las amenazas de los enemigos de Cristo y de su santo Evangelio y que les hagan reflexionar.
50. Hemos pesado cada palabra de esta encíclica en la balanza de la verdad y, al mismo tiempo, del amor. No queríamos, con un silencio inoportuno, ser culpables  de no haber aclarado la situación, ni de haber endurecido con un rigor excesivo el corazón de aquellos que, estando confiados a nuestra responsabilidad pastoral, no nos son menos amados porque caminen ahora por las vías del error y porque se hayan alejado de la Iglesia. Aunque muchos de éstos, acostumbrados a los modos del nuevo ambiente, no tienen sino palabras de ingratitud y hasta de injuria para la casa paterna y para el Padre mismo; aunque olvidan cuán precioso es lo que ellos han despreciado, vendrá el día en que el espanto que sentirán por su alejamiento de Dios y por su indigencia espiritual pesará sobre estos hijos hoy perdidos, y la añoranza nostálgica los conducirá de nuevo al Dios que alegró su juventud (Sal 42[43],4), y a la Iglesia, cuya mano materna les enseñó el camino hacia el Padre celestial. Acelerar esta hora es el objeto de nuestras incesantes plegarias.
51. Como otras épocas de la Iglesia, también ésta será precursora de nuevos progresos y de purificación interior, cuando la fortaleza en la profesión de la fe y la prontitud en afrontar los sacrificios por parte de los fieles de Cristo sean lo bastante grandes para contraponer a la fuerza material de los opresores de la Iglesia la adhesión incondicional a la fe, la inquebrantable esperanza, anclada en lo eterno, la fuerza arrolladora de una caridad activa. El sagrado tiempo a la Cuaresma y de Pascua, que invita al recogimiento y a la penitencia y hace al cristiano volver los ojos más que nunca a la cruz, así como también al esplendor del Resucitado, sea para todos y para cada uno de vosotros una ocasión, que acogeréis con gozo y aprovecharéis con ardor, para llenar toda el alma con el espíritu heroico, paciente y victorioso que irradia de la cruz de Cristo. Entonces los enemigos de Cristo —estamos seguros de ello—, que en vano sueñan con la desaparición de la Iglesia, reconocerán que se han alegrado demasiado pronto y que han querido sepultarla demasiado deprisa. Entonces vendrá el día en que, en vez de prematuros himnos de triunfo de los enemigos de Cristo, se elevará al cielo, de los corazones y de los labios de los fieles el Te Deum de la liberación, un Te Deum de acción de gracias al Altísimo, un Te Deum de júbilo, porque el pueblo alemán, hasta en sus mismos miembros descarriados, habrá encontrado el camino de la vuelta a la religión; con una fe purificada por el dolor, doblará nuevamente su rodilla en presencia del Rey del tiempo y de la eternidad, Jesucristo, y se dispondrá a luchar —contra los que niegan a Dios y destruyen el Occidente cristiano— en armonía con todos los hombres bienintencionados de las otras naciones y a cumplir la misión que le han asignado los planes del Eterno.
52. Aquel, que sondea los corazones y los deseos (Sal 7,10) nos es testigo de que Nos no tenemos aspiración más íntima que la del restablecimiento de una paz verdadera entre la Iglesia y el Estado en Alemania. Pero si la paz, sin culpa nuestra, no viene, la Iglesia de Dios defenderá sus derechos y sus libertades, en nombre del Omnipotente, cuyo brazo aun hoy no se ha abreviado. Llenos de confianza en El, no cesamos de rogar y de invocar (Col 1,9) por vosotros, hijos de la Iglesia, para que se acorten los días de la tribulación, y para que seáis hallados fieles en el día de la prueba, y para que aun a los mismos perseguidores y opresores les conceda el Padre de toda luz y de toda misericordia la hora del arrepentimiento para sí y para muchos que con ellos han errado y yerran.
Con esta plegaria en el corazón y en los labios, Nos impartimos, como prenda de la ayuda divina, como apoyo en vuestras decisiones difíciles y llenas de responsabilidad, como lenitivo en el dolor, a vosotros, obispos, pastores de vuestro pueblo fiel, a los sacerdotes, a los religiosos, a los apóstoles seglares de la Acción Católica y a todos vuestros diocesanos, y en señalado lugar a los enfermos y prisioneros, con amor paternal la Bendición Apostólica.
Dado en el Vaticano, en la dominica de Pasión, 14 de marzo de 1937.

PIUS PP.XI

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Sabemos qual era a grande paixão de Lutero:destruir a igreja católica.

Nós católicos sabemos qual foi a grande paixão de Lutero:destruir a igreja católica e destruir o sacerdocio católico.Êsse malévolo intento os luteranos conseguiram quando infiltrados na igreja católica e dentro do "Vaticano II" um concílio que nunca foi católico e deveria ser chamado de grande concílio luterano,porque ali as teses de lutero foram louvadas e sua teologia sobre os sacramentos aprovada e a liturgia que destruiria para sempre o sacerdócio na igreja montiniana aprovada.A presença real negada e hoje resta milhões de sacrários vazios e dentro uma hostia ,um pedaço de pão que é adorado por milhões de fiéis levando os ao terrivel pecado da idolatria.Os protestantes pelo menos não fazem nenhum ato de adoração as hóstias de suas igrejas ou ao pão usado nas suas "Santa Ceias",porque não acreditam em sacerdócio ministerial,negam a sucessão apostólica e não crêem na presença real,e pelo menos deste pecado da idolatria estão livres.Mas a grande paixão deste monge agostiniano foi destruir a igreja e agora o Papa Ratziger vai a catedral que um dia foi católica e reza diante do túmulo ou memorial daquele que foi excomungado e continua excomungado pela verdadeira igreja católica.Que dias terriveis estamos vivendo,quando Cristo é negado e sua igreja vilepêndiada por aqueles que dizem defende-la.Que horror.Rezemos ,mas rezemos muito a Nossa Senhora do Rosário de Fatima pela conversão dos hereges,cismáticos a verdadeira igreja católica.Arcebispo Makarios,pela graça de Deus,Primaz de todos os malankares católicos no exílio,em paz e comunhão com Sua Santidade Alejandro IX.

Ratziger:o Papa de Lutero.

A igreja montiniana apostatou de vez.Seu Papa Ratziger confessou públicamente que Lutero era um homem apaixonado por Deus.Um homem movido por uma profunda fé em Cristo.Que tristeza.Renegou públicamente os concílios ecumênicos V e VI e atirou na lamas o concílio de Trento e ajoelhou para rezar diante do tumulo do heresiarca que mais mal fez a igreja.Foi por culpa de Lutero que nações inteiras abandonaram a fé católica.Foi sua influência nefasta que abriu as portas para que outros hereges se levantassem contra a igreja,como Henrique VIII e outros que no seu ódio terrivel pela missa católica fizeram de tudo para arruinar a igreja e o Anti Papa"João XXIII"foi buscar teólogos luteranos e calvinistas e anglicanos para reformar a missa de sempre;o que fizeram?invalidaram o sacerdócio católico com um novo "Ordo" luterano com uma liturgia que era o que Lutero queria quando gritava:"destrua a missa e destruireis a igreja católica."E foi o que fizeram,já que o Papa Roncali não era católico,mas já estava protestantizado.Seu "Argionamento" era um código para destruir a missa de sempre e acabar de vez com o sacerdócio católico.Quase conseguiram,mas esqueceram que Deus tem seus caminhos e os caminhos de Deus não é o do homem e Deus providenciou que bispos fossem consagrados para levar adiante sua igreja que hoje no exílio sob o pontificado de Sua Santidade Alejandro IX,continua fiel a igreja católica que só uma missa a de São Pio V.Nós Sirios Malankares Católicos seguimos a liturgia de São Tiago de Jerusalem,primo de Nosso Senhor tal qual recebemos onde nunca houve mudanças e jamais haverá,pois nossa fé é a mesma da igreja católica romana até o grande Concílio Vaticano I e dessa fé não afastaremos com a ajuda de Deus e da Virgem Santíssima.Arcebispo Makarios,Primaz de toda a igreja católica sírio malankar no exílio,em paz e comunhão com Sua Santidade Alejandro IX.